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9 de outubro de 2014

Making of do Editorial de Moda

Depois de alguns posts falando sobre os editorias de moda em geral, nada melhor do que mostrar um pouco do que vem por aí. O editorial para a próxima edição da Revista Exceção já foi fotografado e tratado, e está na diagramação, mas para dar um gostinho e saber o que esperar destes cliques, confira o vídeo:


Editorial de Moda - Revista Exceção from Paola Severo on Vimeo.

Modelo: Nicole Rieger
Imagens: Ana Paula Thumé Soares
Edição: Bianca Cardoso Batista
Fotografia: Paola Severo
Trilha: Falling - HAIM

6 de outubro de 2014

Como fazer um editorial de moda

Na experiência de aluna de jornalismo se aventurando no mundo dos editoriais de moda, aprendi uma ou duas coisinhas fotografando o ensaio desta edição, segue uma receitinha para quem quiser inspiração.

Ingredientes:

Um tema
Um local
Uma câmera
Um ou mais modelos
Roupas e adereços


 Modo de preparo:

Para escolher o tema, é só levar em consideração as condições, se encaixa com o local, a modelo e se é possível conseguir recursos para complementar as fotos, como roupas ou objetos. Viabilizada esta parte, qualquer tema pode ser representado em um editorial de moda. É interessante escolher um tema com uma história, para que as fotos contenham uma narrativa que não está implícita.



Para tirar fotos, é preciso ter uma câmera, mas sem desespero. O olho do fotógrafo é muito mais importante do que o modelo da câmera, e mesmo que os recursos e funcionalidades ajudem, não valem nada se o todo não estiver arranjado, tudo tem que estar interligado.

O local precisa combinar com o tema e deve ser pensado de acordo com as condições, por exemplo, as fotos são externas ou internas, o que vai combinar mais com a proposta original que foi pensada? E em seguida é só partir para a busca pelo local que pode ser usado, conferir se vai estar disponível na data que se precisa e que tenha um visual interessante. As vezes os locais podem surpreender, e se mostrar grandes cenários, mesmo que não tivessem nada de especial a princípio.



Alguém vai ser fotografado no editorial, para isso é só pensar em pessoas que tenham o perfil do tema, se não existir um perfil, tanto melhor, qualquer pessoa serve. Busque modelos com rostos expressivos e que tenham familiaridade com a câmera para um trabalho mais fácil, do contrário só vai ser um pouco mais difícil direcionar a pessoa, ou garantir que ela aja com naturalidade na hora dos cliques.

Ainda dentro do tema é hora de buscar as roupas, acessórios e objetos que vão ser usados nas fotos. Vale a pena garimpar com amigos e conhecidos por coisas diferentes, que vão agregar valor ao trabalho como um todo. As vezes um detalhe pode fazer toda a diferença em uma imagem, além que de os adereços são o complemento que coloca o tema explicitamente no editorial.



No geral, é planejar com antecedência alguns aspectos do editorial, que são fundamentais e de resto o clima no dia das fotos rende o restante. A partir do tema é importante ler sobre ele, além de buscar inspiração com outras fotografias, que ofereçam ideias de composição, foco, poses, e demais elementos. Caso seja interessante, o cabelo e a maquiagem também compõe o look da pessoa a ser fotografada. Tente manter a pessoa relaxada para obter capturas o mais naturais quanto possível. Se precisar de ajuda com a produção, leve alguém que não vá atrapalhar, que tenha boas ideias e não vá constranger a pessoa fotografada. Tente aproveitar a luz natural, se não for possível use formas inovadoras de iluminação, e preste atenção especial a este elemento.

Bom apetite!

20 de setembro de 2014

As novas tendências tecnológicas

Na última terça-feira, 16 de setembro o locutor da Rádio Atlântida e coordenador da área digital da emissora. Marcos Piangers esteve no auditório central do bloco 18 da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc) para realizar uma palestra junto aos alunos do curso de comunicação social da mesma. Formado em jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) ele falou sobre as novas tendências tecnológicas estão surgindo no mercado.

Piangers divertiu os alunos e contagiou com o seu bom astral enquanto falava sobre o SXSW, um festival que acontece no Texas, Estados Unidos, todos os anos, por 10 dias consecutivos. Neste evento, considerado o Festival da Criatividade, são lançados produtos como aplicativos e sites, dentro disto ele ilustrou as novidades que as marcas estão desenvolvendo para atrair o consumidor. Como por exemplo a grande ascensão das redes antissociais e as novas formas para recarregar celulares.


Outras novidades foram o uber taxi, programado para atender o cliente em apenas uma chamada, a caneta que desenha em 2D e 3 D, o aplicativo, o snapchat, o computador vestível (óculos, relógios etc.) Marcos considerou todas estas tendências, é difícil pensar sobre onde vamos chegar em relação à tecnologia. Mas afirmou “Tomara que a gente não pare”, disse e salientou a importância de ser plural, conhecer mais e estudar sempre. “Ser especialista em uma coisa só é dizer não para muitas coisas legais”, acrescentou.
Foto: Monique Rodrigues

16 de setembro de 2014

Paixão de revista

É difícil encontrar alguém que não tenha ao menos uma "quedinha" por uma revista específica. Com maior aprofundamento que os jornais e menos densa que os livros, as publicações caíram no gosto popular - mais do que isso, se tornaram uma paixão. Chegaram a ser vistas, e por vezes ainda são, como artigo de luxo. Material para a elite. É bem verdade que nem todas são destinadas ao público de massa e os valores nem sempre cabem no bolso popular. No entanto, o investimento vale a pena.

11 de setembro de 2014

Sobre o Jornalismo e a Moda

A moda como aspecto da vida, e parte da realidade das pessoas foi representada de muitas maneiras. Passando de sua funcionalidade primordial, logo passou a ser sinônimo de posicionamento social, distinguindo as pessoas por classes de acordo com suas vestimentas. Segundo Casadei (2012), a função social da moda mudou ao longo da história, e no momento em que esta passa a ser diferente, as novas publicações entram nesta onda. É quando surgem as primeiras publicações dedicadas exclusivamente à moda, como a Le Mercure Galant, de 1672. No entanto, revistas femininas anteriores já dedicavam algum espaço ao tema mesmo antes disto.

Casadei explica que a partir do século XIX existe uma grande expansão deste mercado, principalmente na Europa e nos Estados Unidos. O uso da publicidade, associado às vendas de banca, ou de rua sem a obrigatoriedade de assinatura periódica fazem as vendas serem muito maiores. Outro atrativo da época eram as xilogravuras e ilustrações coloridas, que permitiam uma visualização mais completa dos modelos.

Já no século XX as adaptações são ainda mais bruscas, já que trazem em seu encalço uma sequência de mudanças na sociedade, depois da revolução industrial, e após a Primeira Guerra Mundial, a Crise de 29, e mais uma Guerra Mundial. Nesse período as mulheres ingressaram no mercado de trabalho e muitas adotaram os ideais do feminismo, deixando para trás as noções preconcebidas de vida, e a moda seguiu cada passo, os vestidos e saias passaram a encurtar, e as publicações seguiram de perto cada mudança.

25 de agosto de 2014

Dê sua opinião! Vem aí uma nova Exceção

Está no ar uma enquete sobre a revista Exceção. Você acompanha as edições da revista do Curso de Comunicação Social da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc)?


20 de março de 2012

Das antigas

Sou meio cabeção e não entendo muito sobre Gay Talese, Piauí, jornalismo literário e etc. Então vou compartilhar um pouco de algo que eu acho muito legal e pelo jeito não muitos mais por aqui: revista sobre carros. Ou, mais especificamente, sobre automobilismo.



Essa é a revista Grid (dã). Provavelmente a primeira que eu li. Ainda piá, em 1995. Queria achar a edição que eu li mesmo, que tinha o Christian Fittipaldi (recém vice-campeão das 500 Milhas de Indianápolis) na capa e uma matéria muito legal sobre a primeira corrida de Formula 1 da história. Aliás, chega a ser difícil acreditar na realidade daqueles tempos: precisávamos aguardar pelas edições de junho ou julho para ver fotos e ler matérias das corridas lá de maio - o que foi mais ou menos o caso. Por isso, os 15 segundos que os noticiários de TV dedicavam pra falar quem venceu cada grande prêmio valiam ouro, bem com as três ou quatro linhas dadas pelos jornais. Pra se ter algo mais amplo, como os sites oferecem hoje imediatamente, só nestas revistas, mesmo.

Enfim, a Grid era muito legal. As fotos eram bacanas (eu vi e revi umas 807 mil vezes essa foto abaixo - que não era bem essa mas era bem parecida e mostra um piloto que, acredite, não morreu por causa desse acidente) e os textos muito bons - um dos redatores e editores era o Luiz Alberto Pandini, até hoje um dos melhores escribas da área. Parece que a revista surgiu nos anos 80, como uma edição extra da Placar, depois ganhou vida própria e acabou falindo, ainda na década de 90. Recomendadíssimo para qualquer aficionado que gosta de corridas independente de qualquer patriotada televisiva.

12 de dezembro de 2011

O último dia

Na manhã de hoje, último dia de aula da disciplina de Jornalismo de Revista, discutimos o texto de Gay Talese sobre Frank Sinastra, e suas técnicas de apuração dos fatos, de entrevista e de escrita.

Além da aula de jornalismo que Gay Talese propõe em seu texto, no nosso último dia de aula, tenho que dizer, tivemos uma das mais interessantes, diferentes e e imprescindíveis aulas de jornalismo.

Escrever para a Exceção foi uma das experiências mais importantes dentro da minha formação acadêmica, e não havia forma melhor de fechar com chave de ouro a disciplina do que os apontamentos e lições sobre o fazer jornalístico que tivemos hoje.

Para dar o tom do que foi discutido, deixo uma frase de Talese, e que revemos em aula, para reflexão:

"E as palavras, sabemos, muitas vezes enganam".

27 de outubro de 2011

Quase lá

Como a colega Ana Luíza já disse, estamos na fase final de produção da revista. Uma primeira versão do nosso texto já foi escrita, embora no meu caso em particular, ainda não tenha conseguido direcionar a reportagem para uma conclusão, ou seja, um final, um fechamento.

Após a leitura que fizemos em aula, nosso Editor, o professor Demétrio Soster, já apontou diversas coisas para que eu pense quando for terminar, ou reescrever, a minha matéria.

Mas o mais interessante foi justamente um possível caminho para o desfecho que ele me apontou. E é exatamente sobre isso que eu reflito nesse momento enquanto tento amadurecer as ideias, para, posteriormente, pegar meu texto e reescrê-lo, e escrevê-lo, até que a minha consciencia se sinta satisfeita com o resultado.

21 de outubro de 2011

Uma boa pedida

Hoje de manhã, a turma da disciplina de jornalismo especializado, ministrada pela professora Clarice Speranza, recebeu a visita do jornalista ambiental, Roberto Villar.
Além da magnífica aula de jornalismo, e de jornalismo ambiental, Villar nos deu também uma ótima indicação de revista sobre jornalismo ambiental. Trata-se da Página 22.


Quem já conhece, sabe que a revista é ótima, não somente em termos de conteúdo, mas também, em termos de diagramação. E para quem não conhece, deixo aqui a minha dica:
http://pagina22.com.br/index.php/category/revista/57/

No site é possível também acessar a versão impressa da revista, em PDF. Confere lá!

28 de agosto de 2011

O Cruzeiro - belas reportagens

Em uma discussão sobre as revistas existentes no Brasil na década de XX, me lembrei de um exemplar que tenho guardado aqui em casa, o qual consegui através de um trabalho realizado na disciplina de Introdução a Comunicação, em 2008/1.
O exemplar é antigo, já sem capa, porém o conteúdo é bastante rico. A data no rodapé da página não me deixa mentir: trata-se da revista O Cruzeiro, de 18 de maio de 1957.

Uma das matérias veículadas na edição, em especial, me chamou atenção. Com o título "O Rio está desabando", ela retrata a realidade das construções civis dá época na capital do país, que até então, era o Rio de Janeiro, como podemos identificar no início do texto: "Vinte prédios já desabaram nos últimos onze anos, no Distrito Federal. De quem é a culpa?"

O texto é de Moacyr de Lacerda, e as fotos de Jorge Audi e Geraldo Viola. A reportagem ocupa nada menos do que 6 páginas da revista, sendo duas delas cobertas por enormes fotografias. Esse é, aliás, um recurso muito utilizado (desde aquela época) nas revistas, o uso de muitas imagens. A reportagem termina com uma lista de endereços dos 20 prédios que já desabaram no Rio, e logo em seguida, a frase: "Até quando prosseguirá a criminosa lista?"

Segue uma fotografia da matéria, para ilustrar melhor a minha fala:



Para quem tem a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre a história e o conteúdo da revista O Cruzeiro, fica aqui a dica. Vale a pena!

6 de dezembro de 2010

Últimos preparativos da Exceção


A segunda-feira serviu para a produção dos últimos preparativos da revista, com depoimentos de quase todos aqueles que participaram do processo ao longo do semestre.

Num ambiente descontraído, o professor Demétrio Soster resolveu dar o seu depoimento em um lugar um pouco inusitado: em meio a algumas folhas próximas ao Bloco 17.

Pelo menos, casou bem com a proposta da revista: ser exceção.

Você pode conferir uma prévia do resultado dessa gravação no Flickr da Revista Exceção, com as fotos dessa manhã divertida na Unisc.

2 de setembro de 2010

Tem revista em Vacaria

Dias atrás, já havia falado a alguns amigos do curso que Vacaria agora tem revista. Temos citado várias publicações, exemplificando o que é feito aqui no Brasil e também no exterior. Agora resolvi trazer um pouco sobre algo próximo e que tem características bem inovadoras para sua região de abrangência: os Campos de Cima da Serra. Jornais e rádios já existem há um bom tempo. Revista, pelo menos para mim, é novidade.

Confesso que quando ouvi falar da Altos da Serra, não fiquei muito entusiasmado. Logo pensei: "Vem aí mais uma publicação aos moldes do que já foi feito e não deu certo". Mas veio a surpresa quando tive a oportunidade de tê-la nas mãos. Pela capa, minha reação foi de espanto. A primeira edição tinha um papel brilhoso, de alta qualidade e uma bela foto de capa. Com a legenda "A lenda das gineteadas", minha curiosidade aumentou e então comecei a folhear. Fiquei mais impressionado ainda com o bom conteúdo.

Uma das matérias traçava o perfil de Volmir de Paula, um dos maiores ginetes da cidade, outra com um vacariano que toca na banda Pata de Elefante e ainda uma entrevista com uma carioca, que já morou na Europa e adotou o interior de Vacaria para viver. Pautas realmente interessantes e nunca antes pensadas pela imprensa local.

O investimento em reportagens é o grande trunfo para que ela faça sucesso. Além disso, profissionais de diversas áreas são convidados e contribuem como articulistas. O projeto gráfico também mereceu atenção especial e privilegia o trabalho fotográfico de um dos proprietários, o fotógrafo Vinícus Todeschini. Quem também desenvolveu o projeto foi Diogo Tesch. A segunda edição já saiu e também segue o bom padrão de qualidade. Dessa forma, descobri que a periodicidade é trimestral. Como o custo de produção é elevado, são muitas páginas dedicadas à publicidade. O jornalista Rodrigo Bedin de Oliveira é responsável pela produção editorial. Os dois tem atividades paralelas, mas tem a revista como um filho e desejam cuidá-lo da melhor forma possível. Com os prazos estendidos para a produção, eles tem condições de primar pela qualidade, o que diferencia o produto e que também conquista leitores, como eu.

25 de agosto de 2010

Pra quem gosta de futebol!



Bom, estou aqui pra falar sobre a minha revista preferida atualmente. Digo atualmente porque sempre fui um leitor assíduo de revistas, e durante muito tempo tive assinatura de diversas. Superinteressante, Aventuras da História, Veja, Rooling Stone e Mundo Estranho são algumas. Hoje em dia mantenho assinatura apenas da Placar, que é a minha revista preferida. O motivo por essa preferência da Placar se deve apenas ao assunto que a revista trata...o futebol. Sou um amante do esporte e procuro me inteirar diariamente sobre o que está acontecendo nesse universo. Tenho na revista um escape quando quero relaxar e ler algo legal sobre o assunto.

Mas apesar de ser um leitor que gosta da revista, também não posso deixar de criticar. Há matérias e entrevistas primordiais em algumas edições, mas em outras há reportagens que são de uma pobreza sem tamanho. Parece que estão ali apenas para preencher espaço. Então quando vou ler a revista, primeiro procuro as reportagens de jornalistas que conheço o trabalho e sei que é bom, como por exemplo, o Ricardo Perrone. Na edição de agosto desse ano ele fez uma matéria muito legal intitulada "Os poderosos chefões", onde ele lista as 20 pessoas mais influentes no futebol brasileiro atual.

O ponto positivo que saliento da revista são as fotos e os infográficos. Eles sempre procuram trabalhar de forma diferente, e já ganharam prêmios por sua infografia. Voltando ao exemplo da matéria anterior, "Os poderosos chefões", eles trabalharam com a imagem de Don Corleone como pintura em tela segurando uma bola, e utilizaram um efeito de envelhecido nas fotos das 20 pessoas citadas. Outro ponto positivo são as edições históricas e especiais. Onde fazem um trabalho muito bacana aliando fotos, texto e trabalho gráfico. Como na edição de 100 anos do inter, que está na foto.

Esses são alguns dos motivos pelos quais leio e gosto da Placar. E como dica de leitura deixo a reportagem que citei, que está na edição de agosto desse mês. Muito boa para quem quer entender um pouco mais sobre o que há nos bastidores do futebol, e como a política está tão envolvida. Em 2010 a revista completou 40 anos e abaixo segue uma reportagem da Tv Cultura muito bacana.

20 de agosto de 2010

Para quem é curioso

Após a sugestão de postarmos aqui as nossas preferências quando o assunto é revista, parei para pensar por qual me identifico mais. Como apenas uma deve ser eleita para escrevermos, escolhi a Superinteressante. É uma publicação que sempre me atraiu. Primeiro, pelo projeto gráfico: uma capa destacada, original; um índice diferenciado a cada edição; infográficos sensacionais e o texto criativo e muito bem combinado com as fotos e ilustrações.
Na questão do conteúdo, a revista trabalha com textos diferenciados para facilitar o entendimento de assuntos de difícil compreensão, como os científicos, em áreas biológicas, sociais, humanas e exatas. Além disso, existem muitas sessões que trazem temas extremamente curiosos. Para quem não leu a edição do mês, a revista possui uma sessão no site ARQUIVO DA SUPERINTERESSANTE com todas as publicações na íntegra.


Na Superinteressante, ainda temos outras abordagens que são polêmicas. Já lemos em suas páginas sobre quem escreveu a Bíblia, a possibilidade de vida extraterrestre, os bastidores de uma sociedade secreta, histórias secretas da Igreja, a história do Brasil que não temos na escola e outras questões reveladoras. A Super também frequentemente lança especiais, com temas como "Maiores mistérios da Ciência" e "As Sociedades Secretas Mais Intrigantes da História". Um deles, "Mundo Estranho", deu origem a uma revista própria. Hoje, a Super tem a terceira maior tiragem entre as públicações da Abril (perde apenas para a Veja e para a Cláudia). Mesmo em assuntos dessa natureza, os textos são fáceis e tem boas pitadas de humor, fora as diversas exemplificações para não deixar passar nenhuma dúvida. Para a produção da Exceção, alguns elementos podem ser inspiradores, como trazer um novo olhar sobre temas batidos, despertar o interesse do leitor com assuntos curiosos, usar um estilo despojado, além dos recursos gráficos sempre atraentes como as capas e os infográficos.

BLOGS DA SUPERINTERESSANTE


Em 1987, a Editora Abril comprou os direitos da revista espanhola Muy Interesante, e planejava publicá-la de forma integral, apenas fazendo traduções, algo também feito na Alemanha, França e Itália. Então descobriu que os fotolitos (chapas usadas durante o processo de impressão) eram maiores que os brasileiros, o que os levou a fazer as próprias reportagens. Atualmente ocorre o contrário: a Super exporta suas matérias para filiais estrangeiras. A revista começou com revistinhas de vinte páginas distribuídas dentro de outras revistas da Abril (a "edição zero"). A edição número um foi lançada quinze dias depois, no fim de setembro, trazendo como matéria de capa supercondutores. A edição logo se esgotou. A reimpressão também. E logo no primeiro dia nas bancas, cinco mil pessoas passam a assiná-la.

18 de agosto de 2010

A fotografia na National Geographic

Uma das propostas da nova Exceção, é valorizar a fotografia para além de apenas ilustrar uma reportagem. E não há como pensar em revista/fotografia sem lembrar da National Geographic. A fotografia, além de ser o grande trunfo da revista, também recebe muito investimento e, principalmente, espaço. Podemos não lembrar das matérias da revista, mas certamente de alguma imagem nos lembraremos. Como por exemplo esta ao lado, uma das capas de revista mais famosas do mundo. Além das belas imagens na versão impressa, no site encontramos muito mais: galerias de fotos (excelentes), papeis de parede, blogs dos fotógrafos, além de um espaço reservado aos registros do  leitor.

Rodrigo Baleia é um dos fotógrafos que colabora com a National Geographic. Ele é fotojornalista ambiental há mais de dez anos e trabalha regularmente para o grupo Greenpeace. Em julho de 2010, o site Dizorb elegeu as 48 melhores fotos da década e, entre elas está um registro do fotógrafo Rodrigo Baleia. Acompanhando seu blog percebo como é importante o repórter escrever sobre o processo, pois só aí temos a noção de tudo que está por trás de uma história.

8 de março de 2009

Para a aula desta segunda, 9

Pessoal, amanhã, para além da pauta da Exceção, observaremos mais de perto as grandes revistas, entre estas a Realidade (capa acima). Para quem se interessar, existe um linck que dá acesso á versão em PDF do livro Revista Realidade: 1966-1968, de J.S. Faro. É só entrar por aqui.

2 de março de 2009

A Exceção 2009 já está a caminho

Pessoal, os trabalhos da próxima Exceção, por meio da disciplina de Jornalismo de Revista, já estão abertos. Os convites já foram expedidos e agora é utilizar este blog em toda sua potencialidade. Um grande abraço a todos.