Hoje, inauguro as minhas postagens no blog da Revista Exceção. O material principal, que é a revista, vai ser produzido por uma grande turma que é interessada. A maioria dos colegas cursaram comigo a disciplina de Produção em Mídia Impressa no semestre passado. As edições do Unicom foram um sucesso e sei que a Revista Exceção também será.
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26 de agosto de 2014
19 de abril de 2012
Dia do Exército brasileiro
Pois é meus caros, hoje, 19 de abril não é apenas o dia do índio como se costuma pensar. É também o Dia do Exército, comemorado nessa data por causa da 1ª Batalha dos Guararapes, momento em que luso-brasileiros, brasileiros e índios se uniram para combater as tropas holandesas em 19 de abril de 1648 e que marcou o início do sentimento de nacionalismo brasileiro. Por isso, esta batalha é considerada simbolicamente a origem do Exército brasileiro.
Em função disso, o dia foi marcado por solenidades militares. Eu e Viviane Moura acompanhamos a formatura que ocorreu hoje pela manhã no no 7º Batalhão de Infantaria Blindada de Santa Cruz do Sul. Durante o evento foram entregues medalhas para os colaboradores do regimento Gomes Carneiro. Além disso, a cerimônia contou também com o juramento à bandeira das aspirantes a oficial médica e dentista.
9 de abril de 2012
É HOJE
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| Nesse clima |
A ideia da pauta teve suas origens a mais de uma década atrás e hoje, definitivamente, Carolina Junqueira Lopes e eu vamos atrás das informações e, se tudo der certo, vamos mostrar uma realidade brasileira muito pouco explorada.
Estou terminando de arrumar minha mochila e a Carol já está providenciado o material: câmeras de vídeo, gravador, câmera fotográfica. Estamos curiosas e sedentas por conhecimento para uma rotina muito diferente das nossas.
Vamos deixar vocês bem informados sobre os bastidores dessa nossa aventura que começa hoje.
Serão dois dias em campo, sem celular, sem internet e realizando as primeiras provas. Não sei ao certo o que teremos que fazer, mas a surpresa ao mesmo tempo que me ânsia, me assusta e me deixa vibrante.
Não consigo decidir nem o que levar na mochila, afinal acho que dormiremos em barracas (acho) e que tipo de atividade física faremos? Terão muitos animais? Cobras? Aranhas?
Por via das dúvidas: chocolate, roupas de educação física, regatas, casacos, mais chocolate (eu tenho muita fome) dois tênis, um livro e uma arma (brincadeira esse último).
E que comece a aventura...
5 de setembro de 2011
Dando os primeiros passos
Na última sexta-feira, tive uma reunião com o nosso editor-chefe, o professor Demétrio Soster, para discutirmos a minha pauta e definirmos as diretrizes do meu trabalho. Conversamos também sobre minha função de sub-editora da revista.
A reunião foi bastante proveitosa, principalmente, porque recebi conselhos importantes sobre o olhar que preciso ter em relação ao assunto que tratarei na minha reportagem. Foi preciosa também, porque definimos quem seriam as minhas fontes, como as abordaria, que locais deveria visitar para não só me entrosar com a pauta e ter uma proximidade com os fatos ocorridos, mas também fotografar esses locais, para mais tarde, ter uma visão ampla e panorâmica de toda situação. Ou melhor, do caso.
Hoje dei meu primeiro passo e liguei para uma das fontes. Talvez a principal delas!
No entanto, não consegui fazer de fato o contato com ela, pois não estava no seu local habitual de trabalho. Meio frustrante, mas nada que me faça diminuir o tesão de continuar levantando as informações necessárias.
Ainda na última sexta-feria, conversei com os meus colegas de trabalho na Unisc Tv, colegas que, já trabalharam como cinegrafistas de emissora de Tv, e conhecem bem a cidade e os acontecimentos que se sucederam na mesma, para ver se eles tinham alguma informação sobre a minha pauta. Para minha grata surpresa, um de meus colegas inclusive já fez imagens e cobriu o acontecimento cerne da minha pauta. E ainda, de quebra, me revelou uma informação muito relevante sobre o assunto da minha reportagem.
Não posso revelar qual é essa minha pauta, mas posso adiantar que pela primeira vez estou tendo a chance de exercitar o jornalismo investigativo de fato.

Agora, é preciso continuar caminhando em busca das informações.
A reunião foi bastante proveitosa, principalmente, porque recebi conselhos importantes sobre o olhar que preciso ter em relação ao assunto que tratarei na minha reportagem. Foi preciosa também, porque definimos quem seriam as minhas fontes, como as abordaria, que locais deveria visitar para não só me entrosar com a pauta e ter uma proximidade com os fatos ocorridos, mas também fotografar esses locais, para mais tarde, ter uma visão ampla e panorâmica de toda situação. Ou melhor, do caso.
Hoje dei meu primeiro passo e liguei para uma das fontes. Talvez a principal delas!
No entanto, não consegui fazer de fato o contato com ela, pois não estava no seu local habitual de trabalho. Meio frustrante, mas nada que me faça diminuir o tesão de continuar levantando as informações necessárias.
Ainda na última sexta-feria, conversei com os meus colegas de trabalho na Unisc Tv, colegas que, já trabalharam como cinegrafistas de emissora de Tv, e conhecem bem a cidade e os acontecimentos que se sucederam na mesma, para ver se eles tinham alguma informação sobre a minha pauta. Para minha grata surpresa, um de meus colegas inclusive já fez imagens e cobriu o acontecimento cerne da minha pauta. E ainda, de quebra, me revelou uma informação muito relevante sobre o assunto da minha reportagem.
Não posso revelar qual é essa minha pauta, mas posso adiantar que pela primeira vez estou tendo a chance de exercitar o jornalismo investigativo de fato.

Agora, é preciso continuar caminhando em busca das informações.
25 de agosto de 2011
Aquela coisa boa
Sabe aquela vontade boa que dá na gente, quando a gente tem uma festa de aniversário para ir? Sabe aquela ansiedade que surge, fazendo a gente querer que o dia chegue logo? Poiz é, essa mesma coisa boa que a gente sente antes de uma festa, nós, jornalistas (ou quase jornalistas), sentimos quando iniciamos o processo de produção de uma pauta escolhida a dedo por nós.
Claro que nem sempre podemos escolher os assuntos das reportagens que produzimos, mas, nem por isso, deixamos de produzir com empenho e dedicação. No entanto, quando é algo que parte de um desejo particular da gente, sejamos honestos, dá mais tesão.
E vim aqui escrever porque me encontro exatamente nesse estado, sentindo essa coisa boa.
Essa semana fiz contato com um grande jornalista da cidade, pedindo a ele que me ajudasse a definir um norte mais específico para a minha pauta. Ele, com muita presteza, indicou-me o caminho, e me deu um gostinho, do que eu ia encontrar pela frente. E até aqui, afirmo, tudo não poderia ter ocorrido de maneira mais perfeita.
Adorei a dica que ele me deu, e agora estou aqui nessa ansiedade gostosa, louca para sair e exercer a função de jornalista. Mas antes de sair por ai sujando os sapatos, como diria Gay Talese, preciso pensar direitinho como vou fazer isso, para produzir uma excelente reportagem, daquelas que você começa a ler, e não consegue parar mais.
Aguardem...
Claro que nem sempre podemos escolher os assuntos das reportagens que produzimos, mas, nem por isso, deixamos de produzir com empenho e dedicação. No entanto, quando é algo que parte de um desejo particular da gente, sejamos honestos, dá mais tesão.
E vim aqui escrever porque me encontro exatamente nesse estado, sentindo essa coisa boa.
Essa semana fiz contato com um grande jornalista da cidade, pedindo a ele que me ajudasse a definir um norte mais específico para a minha pauta. Ele, com muita presteza, indicou-me o caminho, e me deu um gostinho, do que eu ia encontrar pela frente. E até aqui, afirmo, tudo não poderia ter ocorrido de maneira mais perfeita.
Adorei a dica que ele me deu, e agora estou aqui nessa ansiedade gostosa, louca para sair e exercer a função de jornalista. Mas antes de sair por ai sujando os sapatos, como diria Gay Talese, preciso pensar direitinho como vou fazer isso, para produzir uma excelente reportagem, daquelas que você começa a ler, e não consegue parar mais.
Aguardem...
28 de maio de 2011
10 de dezembro de 2010
O prazer de ser Exceção
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| Depoimento de Willian Ceolin durante as gravações do documentário |
Além dos textos e fotografias, temos que destacar o belo projeto gráfico. Quando sugeri a pauta com a qual desenvolvi a reportagem, que por sinal, foi distante de Santa Cruz do Sul, imaginei com seria a reação do padre Osvaldo e também das pessoas de Esmeralda, algo que acontecerá em breve.
Já no final dos trabalhos, cada um deu seu depoimento para que um material audiovisual seja produzido para registrar o trabalho de executar a revista deste ano. Foi marcante ter a oportunidade de gravar este momento, da mesma forma que marcou o jantar da turma no início do semestre.
Os leitores da revista conhecerão belas histórias, com situações que buscam o que é exceção à regra, o olhar ao avesso. Os assuntos são variados e originais. Além disso, o documentário vai trazer detalhes que apenas o repórter teve a chance de presenciar em suas entrevistas. Vale muito a pena ser lida.
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Revista Exceção
2 de novembro de 2010
24 horas acordado
No último mês de junho, dois amigos - Robson Ebert e Dionatan Fagundes - abriram um bar 24 horas em Santa Cruz do Sul. O Bar e Conveniência Abba, na Avenida Imigrante, nasceu da vontade de ter um negócio próprio. Mas faltava inovar, por isso eles decidiram trabalhar 24 horas por dia.
Claro que os dois se revezam na função. Cada um deles trabalha semana sim, semana não às madrugadas. Porém, aos domingos, eles sempre ficam 24 horas seguidas acordados para fazer a troca do turno. A rotina é cansativa, mas vale a pena, segundo Robson. Mesmo porque o pico do movimento acontece mesmo nas madrugadas.
Mas esse é apenas um exemplo de quem troca a vida pela noite. Outras histórias como essa você verá na próxima edição da Revista Exceção.
21 de setembro de 2010
O barato de ser jornalista
Trabalhar no que gosta, segundo os psicólogos, faz muito bem às pessoas. Quando escolhi minha profissão, não sabia realmente o que fazia um jornalista. Ingressei na faculdade e a cada disciplina prática eu me apaixonava mais pelo ofício. A pauta que escolhi para a Exceção fez com que eu tivesse certeza de que amo o que faço. Ser jornalista é ter a possibilidade de conhecer diversos mundos. É uma profissão sem rotina que abre portas para muitos aprendizados.
O assunto da minha reportagem possibilitou que eu entrasse em um mundo totalmente desconhecido para mim. A pauta que escolhi é sobre o presídio de Cachoeira do Sul. Conheci pessoas. Aprendi muitas coisas. Percebi que muitos preconceitos dos meus preconceitos não passavam de meros pré-julgamentos sem base nenhuma.
O assunto da minha reportagem possibilitou que eu entrasse em um mundo totalmente desconhecido para mim. A pauta que escolhi é sobre o presídio de Cachoeira do Sul. Conheci pessoas. Aprendi muitas coisas. Percebi que muitos preconceitos dos meus preconceitos não passavam de meros pré-julgamentos sem base nenhuma.
Presídio de Cachoeira do Sul
Aí me pergunto: Em qual outra profissão seria possível tudo isso? O barato de ser jornalista é poder aprender a cada entrevista. É aprender a dar valor a pessoas que ninguém valoriza. É perceber que o conhecimento é ilimitado. Somos eternos aprendizes.
Aula de alfabetização no presídio
16 de setembro de 2010
12 de setembro de 2010
Quando o prêmio não é dinheiro
Dezenove. Vinte e quatro. Setenta e três. Quarenta e cinco. Dezenas e mais dezenas que não saem da minha cabeça. Hoje, neste domingo de chuva, passei grande parte da tarde em lugar em Santa Cruz do Sul chamado Ponto da Amizade. Confesso que adiei minha ida até lá com receio do que podia encontrar e de como fazer entender meu propósito. Mas, enfim, tomei coragem e parti para o local.Trata-se de uma casa em que as pessoas (quase todas mulheres) jogam Loto. Aquele jogo em que cada uma compra a quantia de cartelas que desejar e vai marcando os números sorteados. Quase um bingo. Mas com algumas modificações. O prêmio ao final de uma linha preenchida é um detergente, um quilo de arroz, uma barra de chocolate, um refrigerante de dois litros e até meia dúzia de latas de Skol.
A maior dificuldade foi explicar que eu não estava lá para fazer investigação de bingos clandestinos. Argumentei o propósito da Exceção e consegui convencer os donos de passar um tempo por lá fazendo perguntas e observando.
O local é rico em histórias, regras e coisas inusitadas. Não posso contar o foco da minha pauta para não estragar a surpresa. Confira o vídeo abaixo que mostra um pouco do que se passa no Ponto da Amizade.
11 de setembro de 2010
Grandes descobertas nos primeiros contatos

Sempre fico insegura em relação às minhas pautas. Parece que não vão render o suficiente para escrever um bom texto. Isso se intensifica quando vou fazer os primeiros contatos com as fontes.
Com a matéria da Exceção, não foi diferente. Fiquei mais insegura do que o normal. Isso se justifica pelo pauta que escolhi. Não vou contar o que é. Mas adianto que é um assunto que não tenho muito domínio. Além disso, preciso que ir a lugares que nunca vou. Com um agravante, toda a matéria vai ser feita em Cachoeira do Sul. Para isso, preciso de dispensa no trabalho, o que nem sempre é fácil de conseguir.
Fiz as primeiras entevistas na quinta-feira. Fui muito bem recebida por minhas fontes. Elas se dispuseram a me ajudar em tudo que eu precisar. Além disso, descobri fatos que vão enriquecer ainda mais a minha matéria. O único problema é que vou ter que vir mais umas três vezes a Cachoeira em dias de semana.
Mas para isso eu dou um jeito. O importante é que agora estou mais confiante em conseguir fazer uma grande matéria do nível que a Exceção merece.
24 de agosto de 2010
Programa de domingo
A pauta caiu, uma nova surgiu e o desespero passou. Mas isso é assunto para outro post.
15 de agosto de 2010
Início do semestre
E aí, galera!
O semestre não poderia ter começado melhor.
A palestra com Maurício Kubrusly na aula inaugural foi muito interessante, principalmente porque ele trouxe muitas histórias de pessoas comuns que viraram reportagem. Aprendi muito na palestra, além de conhecer um grande repórter.
Estou pensando em pautas para a revista. Muitas ideias! Temos pela frente bastante serviço. Chegou a hora de encarar a profissão de repórter. Então, mãos à obra!
O semestre não poderia ter começado melhor.
A palestra com Maurício Kubrusly na aula inaugural foi muito interessante, principalmente porque ele trouxe muitas histórias de pessoas comuns que viraram reportagem. Aprendi muito na palestra, além de conhecer um grande repórter.
Estou pensando em pautas para a revista. Muitas ideias! Temos pela frente bastante serviço. Chegou a hora de encarar a profissão de repórter. Então, mãos à obra!
Abraços.
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