Foi naquela primeira reunião de planejamento do Unicom e da Exceção, ainda durante as férias de julho, que alguém sugeriu o tema fakes para a nossa revista. De imediato, não me interessei. Sempre achei besteira a história de fingir ser um famoso - na época ainda pensava que era só isso.
Naquela mesma noite, decidi dar uma pesquisada sobre o assunto. E foi aí que descobri um universo tão maluco quanto interessante. Tudo funciona pelo Orkut. As pessoas criam perfis, formam redes de relacionamento e interagem entre si de várias formas. Mas tudo é falso! Desde o nome, passando pela foto e, naturalmente, as ligações entre eles. A moral, aliás, é exatamente essa: ser falso. A princípio, ninguém está sendo enganado. Os fakes sabem que estão interagindo com fakes. No fundo, é um jogo que lembra The Sims e Second Life. Mas bem mais doido, não acham?
O foco da minha matéria - sim, eu acabei pedindo a pauta para mim - serão as pessoas que "brincam de viver" no mundo fake. Arranjam namoro, vão à festas, adotam crianças... Depois vocês vão entender como tudo isso funciona. É preciso ressaltar, entretanto, que há quem use perfis fakes com outros fins. Um caso interessante é o da pessoa (não me perguntem quem é, pois eu não faço idéia) que pesquisou sobre generais da Segunda Guerra Mundial e fez um perfil para cada um deles, contando suas histórias. A foto lá em cima é um desses.
Em breve, conto mais.
7 comentários:
Tô louco para ler essa matéria... que eu também quis fazer... mas boto fé no meu amigo Pedro, tenho certeza que ele vai arrasar nessa matéria... Ah, e antes que a Melz ou o Gelson apareçam e digam que estou sendo fake, eu já digo que não... não posso ser sincero nunca, é???
deixa que digam, que pensem que falem...deixa isso pra lá!
seria Pedro P Gracia um fake?
Boa Vanessa! Sempre achei que havia algo meio suspeito na identidade de Pedro Piccoli Garcia...
Há!
por que a identidade do predo é suspeita, ana? você está sugerindo que ele, digamos assim, ...
vamo parando por aí, heeein.
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