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4 de dezembro de 2013

Nós fizemos a Exceção

Não é novidade para ninguém que jornalismo não se faz sozinho, é impossível. No dicionário, a palavra "coletivo" significa, "que compreende, abrange, muitas pessoas ou muitas coisas, ou lhes diz respeito; que pertence a um conjunto de pessoas ou de coisas, corpo coletivo, opinião coletiva". E por isso conseguimos chegar ao fim do semestre com a Revista Exceção pronta,  cada um na sua função, cada um sabendo de suas obrigações e se dedicando com afinco nas suas atividades.

Desde sempre o homem teve que aprender a trabalhar em grupo, para que o bem da comunidade fosse alcançado. A diversidade de ideias faz parte do coletivo e é só assim, com a discussão delas, que algo superior pode surgir. O que seria da humanidade se todos pensassem iguais? Não haveria evolução, com certeza.

Soma-se a isso, pessoas com ideias inovadoras e sem medo de colocá-las em prática, e aí você encontrará o produto final da disciplina, a Revista Exceção. Como colega fiquei realmente muito feliz com o trabalho de todos, é raro encontrar uma equipe de tão boa qualidade e tão engajada nas atividades que deveriam ser feitas, e o melhor, com um excelente relacionamento interpessoal, ou seja, o objetivo final não poderia ser diferente.

Muitas experiências e conhecimentos foram adquiridos no semestre, que contribuirão muito para a formação de cada um.

Desejo à todos um excelente final de ano e um 2014 melhor ainda.

Abraços
Fica aqui meu muito obrigado.
Luís Gustavo

22 de novembro de 2013

Tecnologia permite acesso a diversos periódicos

O Google aprimorou seu aplicativo Google Play Revistas no Android e incorporou a ele recursos de outro aplicativo, o Google Currents. O resultado é o novo aplicativo Banca, que permite ao usuário acessar revistas, jornais e canais de notícias do tipo RSS.RSS é um padrão desenvolvido em linguagem XML que permite aos responsáveis por sites e blogs divulgarem notícias ou novidades de suas páginas.

Nos Estados Unidos, o app Banca oferece tanto notícias gratuitas, no estilo do Flipboard (conteúdos diagramados de forma bastante visual que lembra a mídia impressa), como conteúdo pago. Segundo o site All Things D, ele permite assinar jornais como The New York Times, Wall Street Journal, Financial Times, e Los Angeles Times, além de publicações que já estavam disponíveis no Google Play Revistas.

Foto: Divulgação


Chamado Newsstand em inglês, o Google Banca é bastante diferente do aplicativo de mesmo nome do sistema iOS. A Banca da Apple é uma área onde são agrupados apps para a leitura de revistas e jornais, porém ela não oferece as notícias em si. O Google já divulgou que planeja uma versão do Google Play Banca para os dispositivos da Apple.

Fonte: Info Abril

21 de novembro de 2013

Um pouco de história

A cidade era Pleasantville (Nova Iorque), o ano, 1918, o homem, De Witt Wallace.  Recuperando-se dos ferimentos da 1ª Guerra Mundial, Wallace teve a ideia de lançar uma revista que reunisse os melhores e mais úteis artigos já publicados, usando uma linguagem condensada, simples e clara, mas sem interferir no conteúdo e na essência do texto.
Foto: Divulgação
A ideia rejeitada pelas maiores editoras da época fez com que o ex-veterano de guerra publicasse por conta por conta própria, em fevereiro de 1922, a edição número um da revista Reader’s Digest, que, vinte anos mais tarde, em fevereiro de 1942, trazida por Robert Lund, desembarcaria no Brasil com o nome de Seleções.

Sem temas definidos, a revista caiu logo no gosto popular do brasileiro e os números comprovam o fato. A primeira edição em português esgotou rapidamente, com 100 mil exemplares vendidos em várias cidades e, em menos de seis meses, a circulação alcançou a marca de 150 mil periódicos. E no início dos anos 70, a tiragem da revista Seleções atingia a casa de meio milhão.  

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

A estratégia que levou a revista Seleções a ocupar um lugar de destaque no mundo da literatura até os dias de hoje foi a Sessão de Livros, onde todo mês era apresentado um livro ou documento condensado. Muitas obras eram publicadas em mais de uma edição da revista o que deixava os leitores ansiosos pela continuação, ampliando, dessa forma, as vendas.

Fontes: O Resgate da História e Seleções (História)

15 de novembro de 2013

Falta de apuração ou preguiça?

Logo quando entramos no curso de jornalismo aprendemos e somos orientados a checar ao máximo as informações, principalmente saber a procedência dela, porém não foi o que fizeram mais de 150 revistas científicas.

Por se tratar de revistas científicas, acreditamos que as publicações são sérias, compromissadas com a verdade e além disso, comprovadas cientificamente, porém o repórter e biólogo norte-americano John Bohannon quis tirar a prova disso.

Bohannon enviou um artigo sem credibilidade alguma, fruto de sua imaginação, para 304 revistas científicas, sendo que 157 delas aceitaram e publicaram sem realizar uma revisão mais detalhada e criteriosa. O trabalho científico falso contava com dados incorretos, que segundo ele, qualquer pessoa não especializada perceberia a mentira facilmente. Para piorar, ele assinou o artigo com um nome fictício e inventou universidades que nem ao menos existem.

Então fica a dica, na dúvida verifique mais um pouco.

7 de novembro de 2013

A importância de uma boa diagramação

O texto é o ingrediente principal de uma boa matéria, mas, muitas vezes, apenas ele não basta para prender o leitor e fazer que o mesmo não pare antes do final da reportagem.

A diagramação tem papel fundamental para uma boa estética visual. Títulos, subtítulos, box, capitulares, fotos, entre outros elementos de diagramação têm o objetivo de proporcionar não apenas uma reportagem mais bonita, mas também guiar a leitura, destacando determinados pontos e opiniões.

Foto: Divulgação

Ou seja, o trabalho de produção de uma reportagem vai muito além de apenas entrevistar fontes e redigir as informações, é preciso pensar também na diagramação como recurso para atrair o leitor.

6 de novembro de 2013

Verde-Oliva: a Revista do Exército Brasileiro

Em formato tablóide, a revista Verde-Oliva foi criada, inicialmente, em 23 de maio de 1973 e editada pelo Centro de Relações Públicas do Exército. Mas de 1976 em diante, a responsável em publicar e divulgar o informativo foi à Assessoria de Relações Públicas, precursora do Centro de Comunicação Social do Exército (CCOMSEx).

Foto: Divulgação
Através de uma publicação simples e com apenas duas cores, o periódico era uma forma de melhorar a comunicação com o publico interno, publicando notícias a respeito das atividades do Exército. A partir da década de 80 algumas edições parcialmente coloridas começaram a circular e a edição de número 73 foi um divisor de águas. O Centro de Comunicação Social do Exército, por meio de novas técnicas, decidiu dar um novo visual à Verde-Oliva e além disso foi definido que a revista não ficaria mais como apenas arquivo de coleção e sim seria divulgada e circulada.

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação
A evolução do informativo era perceptível, tanto que em agosto de 1982, a número 77 trouxe uma edição completamente em cores e com maior número de páginas até então, 20 no total. Agora, o objetivo era atrair, também, o público externo.

Uma década após sua criação, a Verde-Oliva foi totalmente renovada, na redação de texto, desenhos, fotografias, diagramação, periodicidade, número de páginas, divulgação de novas idéias e novos leitores.
Foto: Divulgação

Após 20 anos de existência e já considerada uma das melhores do gênero, a edição número 114 de 1985 marcou a passagem de informativo para Revista “Verde-Oliva", agora, com uma tiragem de 50 mil exemplares, periodicidade quadrimestral e com 34 páginas. Procurando, dessa forma, divulgar de forma eficiente as atividades dos militares.

Atualmente, a equipe responsável pela revista utiliza a tecnologia como forma de aprimorar, cada vez mais, as edições, conservando sempre a credibilidade do Exército Brasileiro perante públicos interno e externo.

Para visualizar algumas edições da Revista Verde-Oliva clique aqui.

Fonte: Revista Verde-Oliva

26 de outubro de 2013

Inovar para que?

Com o tema, Inovação em tempos de colapso, Denis Russo Burgierman, jornalista e diretor de redação das revistas Super Interessante e Vida Simples, palestrou, segunda à noite, no auditório central da Universidade de Santa Cruz (Unisc) para realizar a abertura da XIX Semana de Iniciação Científica e IV Salão de Ensino e Extensão.

Sua fala partiu do princípio em que vivemos em um mundo onde tudo parece estar obsoleto e repetitivo e a necessidade de inovação se faz presente em diversas áreas cada vez mais. Destaca que a linha de montagem instaurada por diversas empresas facilitou o acesso a determinados produtos, porém, criou uma processo produtivo linear, padronizado, sem novidade, dentro de um planejamento rígido.

Por muito tempo pode-se perceber o fato citado por Denis em diversos meios de comunicação, onde as empresas de comunicação não apresentavam algo realmente interessante e diferente aos leitores.

Entretanto, o que se busca na disciplina da Revista Exceção é o que o jornalista chama de lógica de uma sociedade complexa, onde através de um processo sistêmico possa-se enxergar amplamente a história e o cenário que está posto na nossa frente, sem nos apegarmos a detalhes irrelevantes, onde exista uma produção diversa utilizando o recurso da multidisciplinaridade, procurando dessa forma a tão famosa inovação, aquele elemento singular das histórias que escutamos quando entrevistamos nossas fontes. E assim apresentarmos um texto atraente e diferente aos nossos leitores, ao contrário do que eles estão acostumados.
Foto: Agência A4 de Jornalismo

22 de outubro de 2013

Portal de Periódicos da Unisc

A Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc) não se dedica única exclusivamente a formar acadêmicos capacitados para o mercado de trabalho, ela também se destina a publicar, através da Edunisc (editora da Unisc), revistas específicas de algumas áreas de estudo realizados dentro da instituição.  Nas revistas podem ser encontradas a divulgação de artigos científicos e resenhas com temáticas relacionadas à área.

Para ter acesso aos periódicos basta clicar aqui.

18 de outubro de 2013

Revistas como forma de desarmamento infantil

A Secretaria de Estado Promoção da Paz (Sepaz) de Alagoas lançou uma campanha que incentiva a troca de armas de brinquedos por revistas. A ação busca orientar pais e crianças sobre o desarmamento infantil.

Atividades educativas e apresentações de teatro fizeram parte do lançamento do evento, que se estenderá por todo mês de outubro. Além das armas de brinquedo, também se encaixam na campanha games e filmes violentos, que na troca as crianças recebem revistas em quadrinhos.

Os materiais foram cedidos pela Editora Abril, que é parceira da Sepaz na campanha.

Foto: Divulgação

16 de outubro de 2013

Revistas mineiras são disponibilizadas na internet

Os interessados em ler revistas mineiras da década de 1910 até 1980 agora podem acessar o site da Prefeitura de Belo Horizonte e encontrar vários periódicos da época. A Fundação Municipal de Cultura, por meio do Arquivo Público da Cidade de Belo Horizonte (APCBH) disponibilizou na internet diversas revistas publicadas no período.

Os materiais vieram de doações e de diferentes órgãos da prefeitura, entre eles estão as revistas que foram mais populares da capital mineira como Novo Horizonte, Vita e Semana Ilustrada. O processo de digitalização teve início em 2010 e atualmente conta com 24 títulos, totalizando 83 exemplares.

A maior preocupação, segundo o diretor do Arquivo Público, Yuri Melo Mesquita era garantir a nitidez das páginas digitalizadas, para facilitar ao máximo a leitura de quem acessa o acervo.

Os materiais podem ser acessados por aqui.

13 de outubro de 2013

Cuidado extremo

E aí, está achando que este carro aí em baixo está sujo?
Foto: Laura Gomes
Entenda essa história na próxima edição da Revista Exceção


8 de outubro de 2013

Jogo de Interesses

As ações da mídia, na maioria das vezes, possuem uma intenção que as explique. Em 2011, a Globo e a Record travaram uma disputa pela compra dos direitos de transmissão do Ultimate Fight Championship (UFC).

A emissora do plim-plim saiu vencedora e a Recod, por ter perdido, não perdeu tempo em divulgar uma reportagem sobre os perigos do MMA. Mostrando a vida de um lutador que havia ficado tetraplégico durante uma luta do esporte. A reportagem revoltou fãs e atletas, como Wanderley Silva, que emitiram suas indignações pelas redes sociais.

A Globo para aproximar ainda mais a população do esporte colocou um personagem lutador na novela das nove. Ou seja, é um jogo de interesses, cujo objetivo é atrair cada vez mais a população e aumentar o ibope.
Foto: Divulgação

7 de outubro de 2013

Ossos do ofício

Sedento por informação, o jornalista, muitas vezes, ultrapassa o limite do bom senso e acaba criando rusgas e desavenças com as fontes, que sem paciência respondem de forma não muito amistosa. No jornalismo esportivo a ocorrência dessas discussões é bastante recorrente.

A crítica nem sempre é bem aceita por parte dos jogadores e técnicos, que não ficam quietos, e na primeira oportunidade respondem aos jornalistas.

 


30 de setembro de 2013

Antes do jornalista existe um ser humano

Na carreira de jornalista nunca sabemos o que vamos enfrentar e muitas vezes nos deparamos com situações como essas abaixo.

É possível separar o jornalista do ser humano?

A partir dos 13 minutos



24 de setembro de 2013

Parece que foi ontem que esse rapaz aí de cima, chamado Luís Gustavo pegou o transporte coletivo com destino à Unisc para ter a primeira aula na faculdade, a disciplina de Introdução a Comunicação. Sem experiência alguma na área, o tempo foi calejando o acadêmico e lhe proporcionando conhecimento teórico e prático. O 8º semestre chegou e toda sabedoria adquirida vai ser colocada em prática na Revista Exceção. Como subeditor e repórter da revista, ele vai ter a função junto com essa tropa de elite, de fazer o melhor e tenho certeza de que vão, pois missão dada é missão cumprida.

17 de setembro de 2013

Jornalismo é para os fortes

A rotina produtiva do jornalista desde sempre é árdua, cansativa e intensa. Segundo o pesquisador José Roberto Heloani, da Fundação Getúlio Vargas,especialista em psicologia e psicodinâmica do trabalho, pesquisas indicam aumento da depressão, assédio e cocaína entre os jornalistas.

Há uma década, a ocorrência de depressão, infidelidade conjugal e uso de drogas, na maioria dos casos, cocaína e anfetamina agravaram-se. O baixo salário, a tensão constante da atividade, cargas horárias exageradas e a pressão pela rapidez do trabalho, se tornaram características marcantes do jornalismo. Heloani declara “As organizações acabam atuando à revelia da legislação. Ou você começa discutir isso para valer, ou não muda nada. “Até porque a nova geração de jornalistas têm realmente, aceitado qualquer jogo.”

Foto: Divulgação

Nota-se que por se tratar de uma “cultura” da profissão, o stress é banalizado e nada é feito para mudar a situação e assim, problemas de saúde como síndrome do pânico, angústia e depressão acabam atingido grande parte dos profissionais da área, que por medo do desemprego se submetem a essas dificuldades.

Atitude essa que colabora para encobrir o grave problema que se faz presente na profissão e que há muito degrada a saúde de jornalistas.

10 de setembro de 2013

É preciso estudar

Cada vez mais a rápida mudança de tecnologia exige do profissional uma velocidade acelerada de adaptação aos novos meios. O mercado dos dias de hoje não permite que o indivíduo entre em zona de conforto e considere que os conhecimentos adquiridos na academia bastem para sua formação profissional.

É necessário questionar, criticar, buscar, conhecer. Graças a essa mesma tecnologia, o profissional tem a possibilidade de conseguir uma quantidade imensa de informação pela internet, aprimorando dessa forma, sua formação profissional e desenvolvendo-se como cidadão mais crítico e questionador. Se bem utilizada, temos uma excelente ferramenta ao nosso lado.
Foto: Divulgação

27 de agosto de 2013

O jornalismo e a função social

Os meios de comunicação influenciam, direta ou indiretamente, o público e possui um imenso poder de ditar regras, tendências, comportamentos, entre outros. Por isso a produção e publicação de notícias requer responsabilidade de quem o faz. O jornalista está intimamente ligado à função social, por isso precisa ter credibilidade e qualidade no conteúdo que transmite. 

Desenvolver a cultura, a educação, fortalecer a cidadania, transmitir o que é de interesse público, procurar ouvir todos os lados da história, são alguns dos deveres do jornalismo. É preciso estar atento ao que acontece ao redor, é necessário que o jornalista desenvolva um papel de educador.

Foto: Divulgação

O acesso à informação é um direito de todos e o jornalista tem papel fundamental na formação de uma população mais crítica e questionadora frente às situações que ocorrem.