A revista Mundo Estranho surgiu em 2003, inspirada na Superinteressante, mas com foco no público jovem. Em 2005, a revista passou a publicar suas coleções em CD-ROM, no qual o usuário encontra um software que facilita a navegação e a leitura das edições.
A Mundo Estranho atingiu seu auge em 2009, com crescimento em números de exemplares e assinaturas. Hoje, a revista tem programa de rádio, ampliando, assim, suas plataformas, com foco em games e em cinema.
Todo mês, a revista lança uma pergunta para os leitores. Na edição seguinte, duas respostas são publicadas: a mais correta e a mais criativa. Os autores das respostas escolhidas ganham uma assinatura de um ano.
Quem quiser conhecer mais as publicações científicas da Mundo Estranho, basta acessar o site http://mundoestranho.abril.com.br/
Mostrando postagens com marcador Thamires. Mostrar todas as postagens
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4 de dezembro de 2013
Como surgiram as revistas?
A primeira revista teve origem em 1663, na Alemanha, com um nome enorme. Outras publicações também surgiram no século 17 na França e Inglaterra, por exemplo. Elas abordavam assuntos específicos e no século 19 assuntos gerais ganharam espaço. Em 1812 surgiu em Salvador a primeira revista no Brasil, com aspecto de livro e abordando assuntos eruditos.
Quer saber mais sobre a história das revistas no Brasil e no mundo? No site da Mundo Estranho tem uma cronologia, confere lá: http://mundoestranho.abril.com.br/materia/como-surgiram-as-revistas
Fechamento de publicações da Editora Abril
Um assunto polêmico que surgiu há pouco mais de dois meses foi o fechamento de revistas da Editora Abril e a demissão de mais de 150 funcionários. As revistas Gloss, Alfa e Lola foram as primeiras a anunciar o fechamento. A Viagem & Turismo e Men´s Health ainda não fecharam, mas os diretores de redação foram desligados do cargo.
Quem quiser ler na íntegra o comunicado oficial da Editora Abril, publicado na Carta Capital, basta acessar o site http://www.cartacapital.com.br/blogs/blog-do-lino/abril-fecha-revistas-alfa-gloss-bravo-e-lola-9238.html
Quem quiser ler na íntegra o comunicado oficial da Editora Abril, publicado na Carta Capital, basta acessar o site http://www.cartacapital.com.br/blogs/blog-do-lino/abril-fecha-revistas-alfa-gloss-bravo-e-lola-9238.html
3 de dezembro de 2013
O Jornalismo de Revista por Marília Scalzo
Hoje lembrei do livro da Marília Scalzo, "Jornalismo de Revista". É ótimo para quem quer entender um pouco mais sobre essa área, pois é um livro curto e de linguagem leve. Segundo a autora, o jornalismo de revista se diferencia dos demais tipos de jornalismo pela
linguagem, periodicidade. As revistas têm periodicidade semanal, quinzenal,
mensal. Esse tipo de publicação se caracteriza por possuir não as notícias
diárias dos jornais; elas abordam um aprofundamento de tais notícias. Ou,
então, existem revistas temáticas, que vão a fundo em reportagens sobre moda,
culinária, turismo, esporte.
A revista mantém um público
específico, já que quem irá comprar será apenas quem se interessa por determinado
assunto. A periodicidade das revistas
também a diferencia dos outros veículos de comunicação e, consequentemente, dos
repórteres que nela trabalham. Os jornalistas envolvidos na produção de uma
revista se obrigam a explorar outros ângulos da notícia, informações
exclusivas, ajustar o foco da matéria e entender seu leitor.
O
jornalista que deseja entrar em uma redação de revista precisa aprender a
estabelecer um foco para cada edição. As revistas são segmentadas por públicos.
Os mais comuns são por gênero, idade questões geográficas e por tema. É
possível criar a segmentação da segmentação. Por exemplo, a revista pode focar
em mães, mães de bebês, mães de crianças de uma região específica, até filtrar
e chegar a grupos pequenos de leitores.
Em jornais diários, é fácil
definir a pauta. No geral, os eventos cotidianos são pauta, basta cobri-los
bem. O lide jornalístico, constituído pelas perguntas “o quê, quando, onde,
quem, como” deve ser respondido. No jornalismo de revista, o “como” é
fundamental, pois ele que dará o aprofundamento da matéria. Se uma revista
feminina mensal, por exemplo, decide apenas noticiar um desfile de moda, ela
saíra perdendo, pois certamente o desfile já receberá grande cobertura dos
jornais diários no dia seguinte. A cobertura da revista deve ter algo a mais,
mais complementos, melhores fotografias e maiores análises.
O tom e a linguagem das
páginas, das matérias é que compõem a revista. Se não forem os mesmos, devem ser
o mais semelhante possível. Mesmo dentro do texto elaborado e aprofundado das
revistas, é possível que os repórteres se desentendam e produzam textos com
linguagens diferentes uns dos outros.
Paixão de adolescência
Impossível falar em revista sem lembrar da minha paixão pré e adolescente: a Revista Capricho. Acompanhava a publicação desde uns 13 anos de idade até, confesso, uns dois anos atrás. Ao longo desse tempo, a Capricho mudou design, repórteres, colunistas, mas as pautas continuam as mesmas, ou uma variação das mesmas.
Quando eu tinha uns 16 anos, mais ou menos na época em que decidi que queria ser jornalista, eu lia a Capricho e imaginava como eu faria as pautas, achava as abordagens interessantes, me imaginava fazendo aquilo, escrevendo matérias para adolescentes.
Hoje, quase formada em Jornalismo, resolvi dar uma olhada no site da revista. A matéria destaque da última edição, de número 1189, é "Prepara verão!", uma clássica de final de novembro/início de dezembro, com looks dos biquínis da moda, dicas para manter o bronzeado, cuidados com a pele no verão, etc. Já li várias dessas nos tempos em que assinei a revista. Uma foto de alguém famoso chamando para a entrevista também faz parte do padrão da Capricho. De resto, lá estão as matérias sobre beijo, sexo, meninos, os micos, os famosos testes...
Parei para pensar e não julgo a revista por as pautas serem praticamente as mesmas há anos. Realmente, deve ser difícil fazer Jornalismo para o público alvo da Capricho, um público que está cada vez mais precoce e interessado na tecnologia digital. A alternativa que a Capricho usa é mudar o gancho das pautas.
E vocês, colegas jornalistas, como fariam um jornalismo atraente para o público jovem?
Quando eu tinha uns 16 anos, mais ou menos na época em que decidi que queria ser jornalista, eu lia a Capricho e imaginava como eu faria as pautas, achava as abordagens interessantes, me imaginava fazendo aquilo, escrevendo matérias para adolescentes.
Hoje, quase formada em Jornalismo, resolvi dar uma olhada no site da revista. A matéria destaque da última edição, de número 1189, é "Prepara verão!", uma clássica de final de novembro/início de dezembro, com looks dos biquínis da moda, dicas para manter o bronzeado, cuidados com a pele no verão, etc. Já li várias dessas nos tempos em que assinei a revista. Uma foto de alguém famoso chamando para a entrevista também faz parte do padrão da Capricho. De resto, lá estão as matérias sobre beijo, sexo, meninos, os micos, os famosos testes...
Parei para pensar e não julgo a revista por as pautas serem praticamente as mesmas há anos. Realmente, deve ser difícil fazer Jornalismo para o público alvo da Capricho, um público que está cada vez mais precoce e interessado na tecnologia digital. A alternativa que a Capricho usa é mudar o gancho das pautas.
E vocês, colegas jornalistas, como fariam um jornalismo atraente para o público jovem?
28 de novembro de 2013
Revista Samuel
Ao navegar pela internet, descobri a Revista Samuel. A publicação traz todo bimestre uma seleção das melhores reportagens, artigos e imagens da imprensa independente, nacional e internacional.
A última edição, de número 12, traz uma análise sobre Jornalismo e Tecnologia. Uma das chamadas de capa é a clássica pergunta "O impresso vai acabar?". Outra discussão que a capa propõe é "A fotografia deixará de ser profissão?" e "Riscos e perspectivas do futuro da informação". As demais matérias tem a ver entre outras coisas, com nazismo e meio ambiente. Não conhecia a revista, mas me parece interessante.
Quem quiser conhecer, é só acessar o site /http://revistasamuel.uol.com.br/
A última edição, de número 12, traz uma análise sobre Jornalismo e Tecnologia. Uma das chamadas de capa é a clássica pergunta "O impresso vai acabar?". Outra discussão que a capa propõe é "A fotografia deixará de ser profissão?" e "Riscos e perspectivas do futuro da informação". As demais matérias tem a ver entre outras coisas, com nazismo e meio ambiente. Não conhecia a revista, mas me parece interessante.
Quem quiser conhecer, é só acessar o site /http://revistasamuel.uol.com.br/
27 de novembro de 2013
Para os aventureiros de plantão
Para quem gosta de viagens, aí vai uma dica de revista: a Viajar pelo Mundo é uma publicação da Editora Emporium de Ideias, em São Paulo, lançada mensalmente e que possui até agora, 52 edições, ou seja, é recente no mercado de revistas.
As pautas da revista são baseadas em roteiros de viagem nacionais e internacionais, contados pelos repórteres, dica para um intercâmbio e turismo melhor, maneiras de levar o dinheiro, o que fazer em caso de perda de documentos no exterior. Enfim, as matérias passam todo o processo para um melhor aproveitamento de viagem.
Há cinco meses, entrei em contato por e-mail com a redação da revista para a realização de um trabalho acadêmico. Fui informada de algo que chamou atenção: é raro encontrar os repórteres na redação, afinal, eles estão sempre viajando. Ou seja, a produção é toda da equipe da revista, sem releases de agências ou, como a maioria das publicações sobre turismo faz, fotos de viagens e textos de leitores. Na leitura das matérias é possível perceber isso. A maioria é escrita em primeira pessoa, relatando cada passo que o repórter dá em suas viagens, desde as dificuldades encontradas em outro país até os benefícios que os visitantes podem usufruir naquele local.
Sobre a capa: todo mês, a Viajar disponibiliza duas opções de capa. O leitor pode escolher a foto de duas alternativas de viagens que são matérias destaque naquela edição da revista. Para quem, assim como eu, ama viajar, é um prato cheio.
Na foto, a edição de fevereiro da Viajar, que trouxe duas matérias destaque para as capas: uma, sobre a cidade de Cuzco, no Peru e outra sobre o estado da Califórnia, nos EUA, com a Golden Gate Bridge, em San Francisco, na foto. Quem adivinha qual é minha preferida?
As pautas da revista são baseadas em roteiros de viagem nacionais e internacionais, contados pelos repórteres, dica para um intercâmbio e turismo melhor, maneiras de levar o dinheiro, o que fazer em caso de perda de documentos no exterior. Enfim, as matérias passam todo o processo para um melhor aproveitamento de viagem.
Há cinco meses, entrei em contato por e-mail com a redação da revista para a realização de um trabalho acadêmico. Fui informada de algo que chamou atenção: é raro encontrar os repórteres na redação, afinal, eles estão sempre viajando. Ou seja, a produção é toda da equipe da revista, sem releases de agências ou, como a maioria das publicações sobre turismo faz, fotos de viagens e textos de leitores. Na leitura das matérias é possível perceber isso. A maioria é escrita em primeira pessoa, relatando cada passo que o repórter dá em suas viagens, desde as dificuldades encontradas em outro país até os benefícios que os visitantes podem usufruir naquele local.
Sobre a capa: todo mês, a Viajar disponibiliza duas opções de capa. O leitor pode escolher a foto de duas alternativas de viagens que são matérias destaque naquela edição da revista. Para quem, assim como eu, ama viajar, é um prato cheio.
Na foto, a edição de fevereiro da Viajar, que trouxe duas matérias destaque para as capas: uma, sobre a cidade de Cuzco, no Peru e outra sobre o estado da Califórnia, nos EUA, com a Golden Gate Bridge, em San Francisco, na foto. Quem adivinha qual é minha preferida?
Dica de leitura
Na semana passada, a turma de Jornalismo de Revista entregou um artigo científico produzido conforme cronograma de avaliação da disciplina. Cada um desenvolveu uma temática referente ao jornalismo em revista. Fiz o meu sobre a Revista Realidade e, particularmente, adorei o tema. A Realidade surgiu em meio ao golpe militar de 1964, época em que assuntos como aborto, pílula anticoncepcional e homossexualismo eram tabus intocáveis. A publicação trouxe à tona matérias sobre tais assuntos sempre abordadas de maneira criativa, tentando indo a fundo e procurando as melhores imagens possíveis.
Um livro que peguei como referência e recomendo é o Realidade Revista: A história e as melhores matérias da revista que marcou o jornalismo e influenciou as mudanças no país. A obra é dos ex repórteres José Carlos Marão e José Hamilton Ribeiro. No início, eles relatam a história da revista, o surgimento das pautas, a produção, as reuniões de pauta da equipe, o término da Realidade, em uma linguagem leve e que prende a atenção do leitor. Depois vem uma sequência das melhores matérias publicadas na Realidade. Recomendo!
Fotonovela na Revista Exceção
A rotina da redação da Exceção está intensa. Correções pra lá e pra cá. Vai do repórter para a subedição, da subedição para os revisores. Estamos sentindo como é realmente a rotina em uma revista. Tudo por nós mesmos. Além dos textos e fotos, a equipe preparou na semana passada uma fotonovela hilária para os leitores. Nossos repórteres se revelaram excelentes atores e a turma trabalhou unida em figurino, fotografia, produção e atuação. Risadas não faltaram. E aí, ansioso para conferir as fotos? Uma coisa já adianto: o tema é místico!
18 de setembro de 2013
A menina da foto é a Thamires Waechter, repórter e parte da equipe de produção da Revista Exceção. Aluna do 8º semestre de Jornalismo (praticamente formanda!), sagitariana, tímida extrovertida, viciada em internet e apaixonada por viagens e por qualquer aventura que faça sair da rotina.
Na finaleira da faculdade, predomina a nostalgia dos primeiros semestres. Entrei com medo das aulas de Introdução à Comunicação e, com o passar dos semestres, percebi que a prática causa bem mais medo do que as aulas teóricas que nos recepcionam no curso.
Enfim, chegou a hora de produzir a Exceção, juntamente de colegas que estão comigo desde o início e de outros que foram se agregando ao grupo durante o percurso. Cada um com suas particularidades, vai dar a sua cara à revista. Eu, como repórter e produtora, prometo dialogar com outras habilitações da Comunicação para fazer esta edição da revista simplesmente bombar. Vamos lá?
29 de agosto de 2013
Observatório da Imprensa: Uma lupa sobre o jornalismo de revista
Para quem não conhece o site Observatório da Imprensa, eis aqui um texto interessante sobre Jornalismo de Revista, de Alexander Goulart. O texto é de 2006, mas penso que o conteúdo nos cabe ainda hoje.
O segundo parágrafo chama atenção: "No meio acadêmico, a revista é um tanto desprezada. Jornal impresso ainda é a menina dos olhos, centro das virtudes jornalísticas. A revista é tida como categoria menor para o exercício do jornalismo. Contudo, pouco a pouco esse panorama tem mudado, tanto que os novos currículos do curso de jornalismo já incluem "Redação e Produção em Revista". Isso é um sinal do momento em que vivemos. Hoje, as revistas representam a maior variedade editorial que dispomos. São milhares de títulos para todos os públicos, gostos. A revista está inserida no mercado atual; um mercado que busca a segmentação de público e publicitária. Fala para as diversas tribos. Logo, a revista é um bom negócio para as empresas, para o mercado, para o público e, claro, para os jornalistas."
Realmente, quando entrei no curso de Jornalismo, queria trabalhar em jornal impresso. Depois de ingressar na faculdade, conheci a revista e ampliei o olhar; é uma área interessante de se trabalhar, uma área em que o repórter não lida apenas com o cotidiano, mas sim com o fato de dar outro olhar para este cotidiano. É preciso aprofundar, perceber cada detalhe da situação e narrar tudo ao leitor.
Alexander Goulart cita Garcia Márquez: "A melhor notícia não é a que se dá primeiro, mas a que se dá melhor". A revista exige apuração mais precisa, maior variedade de fontes, fotografias e recursos gráficos.
Para quem tiver interesse, o texto pode ser lido em http://observatoriodaimprensa.com.br/news/view/uma-lupa-sobre-o-jornalismo-de-revista
27 de agosto de 2013
Por dentro da Veja
Um texto da jornalista Cynara Menezes, dona do blog Socialista Morena. Cynara discorre sobre quando voltou de uma viagem à Espanha e, desempregada, aceitou o trabalho na revista Veja, oferecido por uma amiga.
Quando trabalhamos em veículo de comunicação, temos que aprender a lidar com o fato de que o editor vai modificar nosso texto. Em seu relato, Cynara conta como a revista Veja modificava seus textos e, inclusive, suas apurações. Compara esse fato com outras publicações nas quais já trabalhou, como Folha de São Paulo e Carta Capital. Revela, ainda, histórias ocorridas durante seu tempo de Veja.
O texto de Cynara Menezes está disponivel em http://socialistamorena.cartacapital.com.br/por-que-entrei-na-veja-e-por-que-sai/
Quando trabalhamos em veículo de comunicação, temos que aprender a lidar com o fato de que o editor vai modificar nosso texto. Em seu relato, Cynara conta como a revista Veja modificava seus textos e, inclusive, suas apurações. Compara esse fato com outras publicações nas quais já trabalhou, como Folha de São Paulo e Carta Capital. Revela, ainda, histórias ocorridas durante seu tempo de Veja.
O texto de Cynara Menezes está disponivel em http://socialistamorena.cartacapital.com.br/por-que-entrei-na-veja-e-por-que-sai/
8 de agosto de 2013
Abertos os trabalhos
Na manhã de ontem, quarta-feira, tivemos a primeira aula de Jornalismo de Revista.
Para abrir os trabalhos, foram apresentadas revistas históricas, como Realidade e Cruzeiro, bem como livros para nos auxiliar na produção da próxima Exceção.
Algumas dicas de leitura: A sangue frio, de Truman Capote e Chatô: o rei do Brasil.
A turma também viu e analisou, com a ajuda do professor, edições anteriores da Exceção.
Foi então que entendi o motivo do nome da revista: a publicação trata de matérias humanas, histórias curiosas, ou seja, exceções.
Agora, a turma está na luta por uma pauta diferente, que fuja das notícias corriqueiras e que seja, realmente, uma exceção!
Bom trabalho a todos e um ótimo semestre!
Algumas dicas de leitura: A sangue frio, de Truman Capote e Chatô: o rei do Brasil.
A turma também viu e analisou, com a ajuda do professor, edições anteriores da Exceção.
Foi então que entendi o motivo do nome da revista: a publicação trata de matérias humanas, histórias curiosas, ou seja, exceções.
Agora, a turma está na luta por uma pauta diferente, que fuja das notícias corriqueiras e que seja, realmente, uma exceção!
Bom trabalho a todos e um ótimo semestre!
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