Por que
Jornalismo? Essa é uma pergunta que faço a mim mesma desde o primeiro dia em
que ingressei na faculdade e, de verdade, ainda não sei bem ao certo a
resposta. Se é que existe. Aos olhos dos outros o fazer Jornalismo pode ser
algo simples. Basta ver, ouvir e passar adiante, da maneira mais fiel, e
interessante possível as notícias. Diria que não estão totalmente errados mas,
às vezes, a profissão pede algo que não estamos preparados, como no caso da
tragédia em Santa Maria que matou mais de 240 jovens.
24 de junho de 2016
A linha tênue entre a Exceção e o livro de Eliane Brum
Mesmo que A vida que ninguém vê, da escritora Eliane Brum, seja leitura obrigatória para os estudantes de Jornalismo ou para qualquer pessoa interessada na realidade cotidiana, principalmente dos seres humanos, acredito que muitos ainda possam não ter lido. Pelo simples fato de que são muuitas as leituras obrigatórias ou pelo simples fato de não terem conhecimento. Mas como está nas referências básicas da disciplina de Jornalismo de Exceção e acredito que é de grande importância resolvi compartilhar, aqui, minhas impressões sobre a obra. O livro nos leva à uma extensa reflexão e propõe o desafio de ampliar o olhar para a vida que nos rodeia. Pois olhar não basta, é preciso perceber e sentir.
Bastidores do bate-papo de 10 anos da Exceção
Como surgiu o nome Exceção? Afinal, qual o propósito da revista? Seria uma oportunidade para nós, acadêmicos, colocarmos em prática a redação para revista? O que vamos levar para a vida profissional após a disciplina de Jornalismo de Revista? Esses e outros questionamentos foram debatidos no dia 2 de junho, na sala 101 da Unisc, quando aconteceu o painel 10 anos de Exceção – A revista em pauta, que neste ano comemora 10 anos da primeira publicação laboratorial produzida por estudantes de Jornalismo do Curso de Comunicação Social.
1 de junho de 2016
Exceção comemora 10 anos com painel sobre jornalismo de revista
Às
19 horas desta quinta-feira, 02 de junho, na sala 101 da Unisc, acontece o
painel “10 anos de Exceção – A revista em pauta” que comemora os 10 anos da
publicação laboratorial produzida por estudantes de jornalismo do Curso de
Comunicação Social da universidade. O evento terá como convidados os
jornalistas e ex-alunos do curso Francine Rabuske Schwengber, Poliana Pasa, Letícia Mendes
e Gelson Pereira.
17 de maio de 2016
Exceção e seu projeto gráfico
As
primeiras páginas da revista Exceção estão começando a ganhar forma. E nessa
edição, ela vem recheada de boas reportagens, fotografias e ilustrações. Pensar
no layout desse conteúdo é uma tarefa
difícil.Mais do que simplesmente jogar material nas páginas, é preciso planejar
a sua disposição de maneira estética e funcional, de modo que valorize o
conteúdo e seja capaz de transmitir uma mensagem visual.
7 de maio de 2016
Dica para os estudantes de Comunicação
Comunicadores, especialmente os jornalistas e estudantes de jornalismo,precisam estar sempre atualizados. Isso não é uma novidade, afinal, ouvimos os professores da faculdade nos dizerem isso desde o primeiro dia dentro da sala de aula.
28 de abril de 2016
A introdução da cultura digital em sala de aula
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| Créditos: Portal Aprendiz |
A pauta “Mídias digitais como aliadas da educação” rendeu, e continua rendendo, muitas pesquisas. O motivo é claro. Não quero escrever uma reportagem que, basicamente, aborde se uma criança pode ou não utilizar o celular na sala de aula, se
realizar atividades em frente ao computador ajuda ou atrapalha o
aprendizado, ou, ainda, entrar no dilema se estudar com ebooks é melhor
ou pior. O objetivo vai além e, para isso, comecei a ir atrás de mais
conteúdos sobre o assunto.
Me deparei, então, com o pesquisador Dilermando Piva Junior, Doutor em Engenharia de Computação pela UNICAMP na área de Automação – Inteligência Artificial e Ensino a Distância, professor pleno da Faculdade de Tecnologia de Indaiatuba (FATEC) e coordenador de Educação a Distância do Centro Paula Souza para o Ensino Superior. É ele o autor do livro Sala de aula digital: uma introdução à cultura digital para educadores, que propõe uma discussão e sugestões de ferramentas para que os educadores possam fundamentar e utilizar a cultura digital como meio de acesso às novas tecnologias à sala de aula.
Após a leitura, surgiu a intenção do objeto de estudo: professores que estão fazendo a diferença quando falamos de “cultura digital”. E o melhor: profissionais daqui, de pertinho. A ideia foi buscar cases de educadores de diversos níveis – desde séries inicias até graduação – e mostrar as iniciativas adotadas por eles. Uma das entrevistadas, a professora Angela Dreissig, daqui de Santa Cruz do Sul, teve uma ideia inovadora. Com a ajuda de seu filho, o programador Mauro Dreissing, criou o aplicativo "Física Básica" para dispositivos móveis. Com ele, o objetivo da educadora é ajudar os alunos a estudar, revisar conteúdos e testar seus conhecimentos. O resultado desta criação e demais cases você confere na edição impressa da Exceção.
Me deparei, então, com o pesquisador Dilermando Piva Junior, Doutor em Engenharia de Computação pela UNICAMP na área de Automação – Inteligência Artificial e Ensino a Distância, professor pleno da Faculdade de Tecnologia de Indaiatuba (FATEC) e coordenador de Educação a Distância do Centro Paula Souza para o Ensino Superior. É ele o autor do livro Sala de aula digital: uma introdução à cultura digital para educadores, que propõe uma discussão e sugestões de ferramentas para que os educadores possam fundamentar e utilizar a cultura digital como meio de acesso às novas tecnologias à sala de aula.
Após a leitura, surgiu a intenção do objeto de estudo: professores que estão fazendo a diferença quando falamos de “cultura digital”. E o melhor: profissionais daqui, de pertinho. A ideia foi buscar cases de educadores de diversos níveis – desde séries inicias até graduação – e mostrar as iniciativas adotadas por eles. Uma das entrevistadas, a professora Angela Dreissig, daqui de Santa Cruz do Sul, teve uma ideia inovadora. Com a ajuda de seu filho, o programador Mauro Dreissing, criou o aplicativo "Física Básica" para dispositivos móveis. Com ele, o objetivo da educadora é ajudar os alunos a estudar, revisar conteúdos e testar seus conhecimentos. O resultado desta criação e demais cases você confere na edição impressa da Exceção.
29 de março de 2016
Para Exceção, Mariana Godoy fala sobre seu programa na RedeTv!
A jornalista Mariana Godoy permaneceu por mais 20 anos de sua vida trabalhando na Rede Globo, mas, em 2014, deixou a emissora. Para Revista Exceção, a apresentadora falou sobre o sucesso de seu talk show na RedeTv!.
Apresentado ao vivo, todas as sextas-feiras, o programa Mariana Godoy Entrevista recebe, a cada semana, um convidado em evidência com o momento político, cultural e social do país, e mostra ao público uma faceta pouco conhecida de seus entrevistados.
Apresentado ao vivo, todas as sextas-feiras, o programa Mariana Godoy Entrevista recebe, a cada semana, um convidado em evidência com o momento político, cultural e social do país, e mostra ao público uma faceta pouco conhecida de seus entrevistados.
17 de março de 2016
Revista Exceção visita as vítimas do maior desastre ambiental do Brasil
Moradores de Bento Rodrigues, distrito que foi engolido pela lama da Samarco, ainda estão vivendo em hotéis, pousadas e casas alugadas pela mineradora depois de quase cinco meses da tragédia. O repórter Régis de Oliveira Júnior e o fotógrafo Cesar Lopes visitaram as vitimas, que ainda não sabem onde vão reconstruir suas vidas. A barragem que se rompeu em Mariana (MG) tinha sete anos.
14 de março de 2016
O início de uma nova Exceção
Neste ano de 2016,
mais um semestre se inicia. E com ele, uma nova turma de alunos entusiasmados e
dispostos a fazerem jornalismo das mais diversas formas.
Afinal, aqui teremos
de tudo, sem ‘exceção’.
6 de dezembro de 2015
O desafio da revisão
No início do semestre cada colega assumiu um "cargo" na redação da Revista Exceção. Um destes cargos é a revisão, da qual fui selecionada.
A banda que deixou saudades
Durante onze anos a Escola Municipal de Ensino Fundamental Frederico Assmann, de Santa Cruz do Sul, contou com a Banda de Lata. Formada por alunos das séries iniciais, o grupo fez inúmeros shows na região.
Livros que inspiram
Uma das atividades propostas durante este semestre foi a leitura de um livro-reportagem. Optei pelo livro 1808: Como uma rainha louca, um príncipe medroso e uma corte corrupta enganaram Napoleão e mudaram a História de Portugal e do Brasil.
Um ensaio fotográfico não poderia faltar
Como a revista levará um tempo ainda para ser lançada, vou compartilhar com vocês um pouquinho de como foi o ensaio temático desta edição.
5 de dezembro de 2015
Rotina X Aventura
A revista Exceção deste ano, provavelmente vai ajudar você a mudar hábitos e ver a vida de outro jeito. Cansou da rotina e quer aventura? Ou chega de aventurar-se e quer uma vida mais tranquila?Você pode clarear suas ideias através da Exceção que será publicada ainda neste mês, mas lançada no ano que vem.
Há um espectro que ronda este mundo: o socialismo
Nesta edição da Revista Exceção, aceitei o desafio de falar sobre o socialismo, em meio a instabilidade política, que se reflete na sociedade brasileira. A sensação é de que a eleição presidencial de 2014 não acabou. Mesmo com a vitória da candidata à reeleição Dilma Rousseff, do Partido dos Trabalhadores (PT), contra Aécio Neves, do Partido Social Democrata Brasileiro (PSDB), o clima não é de paz. Tanto é que, nesta semana, o Presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB), despachou o pedido de impeachment de Dilma. A polarização entre PT e PSDB partiu o país ao meio, que se divide nas discussões entre os xingamentos de "coxinha" e "petralhas".
1 de dezembro de 2015
A avó tornou-se filha
A vida pode ser muito ingrata às vezes, então, por que não rir ao invés de chorar? Foi assim que Fernando começou a cuidar da avó, dando importância ao bom humor. O estado de espírito positivo, aliás, que sempre foi marca da simpática Dona Nilva. Baseado nas histórias vividas com a avó, Fernando criou a Fanpage “Vovó Nilva” que, de início, era restrita à família e aos amigos, mas aos poucos foi atraindo mais pessoas. Hoje são mais de 122 mil seguidores. Na página, além de postar fotos e vídeos da Vó Nilva, Fernando também publica os diálogos e as situações engraçadas que aconteciam diariamente em casa.
29 de novembro de 2015
"Em muitos casos, o problema do paciente é fundamentalmente emocional"
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| Moriguchi é considerado um dos maiores especialistas em saúde. Foto: Júlio Cordeiro/Agência RBS |
Clique aqui ao lado e confira a entrevista completa: Emílio Moriguchi fala a Donna.
25 de novembro de 2015
#meuamigosecreto
Nesta quarta-feira, Dia de Combate à Violência contra a Mulher, uma campanha nas redes sociais está chamando a atenção para o machismo velado. Com a hashtag #meuamigosecreto, as internautas são convidadas a etiquetar postagens que revelem atitudes preconceituosas, mas consideradas normais. A ideia é mostrar como a ideologia violenta se disfarça no dia a dia.
Os exemplos que encontrei abordam, em sua maioria, situações envolvendo o corpo feminino. São palavras e atitudes que expressam a concepção da mulher como um pedaço de carne a ser dominado e consumido. Às vezes, são justificadas como sendo "ah, coisa de homem" ou natural "afinal, se ela sai assim de casa, deve estar querendo...".
Este ano de 2015 tem sido de muitas reflexões. Tem sido incômodo. Os "amigos" estão sendo revelados e a brincadeira está perdendo a graça. Se um homem não merece ter suas inseguranças exploradas e seus desejos reprimidos, não merece ser julgado pela sua aparência, nem ter que cuidar com decotes e comprimentos, sob o risco de ser violentado, por que uma mulher não está livre para andar como quiser?
Os exemplos que encontrei abordam, em sua maioria, situações envolvendo o corpo feminino. São palavras e atitudes que expressam a concepção da mulher como um pedaço de carne a ser dominado e consumido. Às vezes, são justificadas como sendo "ah, coisa de homem" ou natural "afinal, se ela sai assim de casa, deve estar querendo...".
Este ano de 2015 tem sido de muitas reflexões. Tem sido incômodo. Os "amigos" estão sendo revelados e a brincadeira está perdendo a graça. Se um homem não merece ter suas inseguranças exploradas e seus desejos reprimidos, não merece ser julgado pela sua aparência, nem ter que cuidar com decotes e comprimentos, sob o risco de ser violentado, por que uma mulher não está livre para andar como quiser?
18 de novembro de 2015
Quase pronta!
E depois
de pesquisas incessantes e muitas entrevistas, a minha reportagem está sendo
finalizada. Para os que não lembram, o foco era homossexualismo e o
tradicionalismo gaúcho.
Posso
adiantar que os leitores ficaram surpresos, tanto quando eu, com o resultado
apresentado. Não desejo ter respostas prontas, mas sim argumentos para lhes dar
lados a seguir.
Espero
que, assim como eu, vocês gostem do resultado.
Ansiosa para ver a reportagem
publicada e curiosa para saber o que os leitores acharam dela.
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