14 de outubro de 2010

Moda: Peças em material exótico ganham destaque


Criatividade e bom gosto são alguns dos requisitos que acompanham as novidades no gênero do vestuário, bolsas e acessórios. E quando o assunto é moda, acessórios e peças feitas em material exótico ganham destaque e nunca saem de moda, podendo ser usadas em qualquer ocasião. Os couros mais pedidos são de cobra, avestruz e jacaré.

As peles exóticas possuem características naturais e diferenciações na textura e na estrutura que acabam revelando detalhes que embelezam. As peças de couro de avestruz, por exemplo, devido a forma como são arrancadas as penas, possuem um aspecto diferente dos demais, podendo tornar-se uma peça única.

Outro setor que está investindo em material exótico, é o automotivo para forração de bancos de motos e carros.
Confira na edição da Revista Exceção curiosidades relacionadas com o avestruz , e descubra que essa ave "vale ouro!

7 de outubro de 2010

Teleweb da Exceção - Ed. 2

Eis que nasce a segunda edição do Teleweb da Exceção. Como a Emilin havia adiantado no início da semana, ele tem como tema a seguinte pergunta: em que você é exceção?

Confira o que o pessoal da Unisc respondeu:

6 de outubro de 2010

Como fazer para se tornar padre?

A pauta sobre o padre Osvaldo, que nasceu em Cuba, viveu por muitos anos na República Dominicana e hoje está no Brasil, me deixou com curiosidades sobre o ofício e como se tornar um padre. Uma vida que é cheia de exceções, como o celibato, por exemplo. 

Um padre (do latim páter ou pátris, que significa "pai" ou "chefe da família") refere-se a um clérigo católico do sexo masculino que recebeu o sacramento da Ordem. É também chamado de presbítero. Hierarquicamente, está acima dos diáconos e abaixo dos bispos. O termo podia se referir ainda, no passado, aos autores gregos e latinos dos seis primeiros séculos do Cristianismo.

Pode, também, executar, entre outros atos de fé, a consagração do pão e do vinho na Liturgia Católica, conhecido por missa no ocidente. O padre na Igreja Católica é responsável por uma paróquia, onde preside a Sagrada Eucaristia, bem como atende à confissão, aconselhamentos e outros. É um homem que doou sua vida à serviço do Evangelho e vive para servir a Deus e aos leigos por meio da evangelização.


Na Igreja latina atual os requisitos mínimos para que um fiel se torne padre são os seguintes: 
1) que tenha a idade de pelo menos 25 anos; 
2) que seja do sexo masculino; 
3) que tenha cursado teologia em alguma faculdade autorizada pelo bispo e, na maioria dos casos, também filosofia; 
4) que tenha sido ordenado diácono; 
5) que seja solteiro e assim deseje permanecer por toda a vida.

Os padres católicos, especialmente os de rito ocidental, ao serem ordenados (consagrados), adotam um estilo de vida celibatário, que compreende a proibição do casamento e portanto, de uma esposa. O celibato já existia como opção na Igreja Católica desde o ano 300 d.C, porém só se tornou obrigatório durante o Concílio de Trento, realizado entre 1545-1563. Todo padre católico pode ser, a partir da idade de 35 anos e pelo menos cinco anos de ordenação presbiteral, nomeado bispo. Isso, porém, ocorre com uma minoria, escolhida, na atual disciplina da Igreja, pelo bispo de Roma.

Após as reformas litúrgicas do Concílio Vaticano II, o papa Paulo VI extinguiu as quatro Ordens Menores e o subdiaconato. Pelas Cartas Apostólicas Ministeria Quædam, de 15 de agosto de 1972, o Papa Paulo VI manteve o leitorato e o acolitato como ministérios da Igreja Latina, podendo ser concedidos a leigos e sendo obrigatórios aos candidatos ao diaconato e ao presbiterado. Com a denominação de apenas Ordem, ficaram os graus de: diaconato, presbiterado e episcopado.

Este sacramento chama-se Ordem, porque coloca os que o recebem numa ordem diferente da dos fiéis, designando um estado permanente de ministros da Igreja, chamado Ordem Clerical, distinto de outro estado, chamado Ordem Leiga. A Ordem Sacerdotal (do latim Ordo, dinis: boa disposição das coisas) é um dos sete sacramentos do catolicismo que confere o poder e a graça de exercer funções e ministérios eclesiásticos que se referem ao culto de Deus e à salvação das almas, e de o desempenhar santamente. 

Em virtude do Batismo e da Confirmação, todos os fiéis participam do sacerdócio de Jesus Cristo. Mas os que recebem o sacramento da Ordem têm, além disso, o sacerdócio ministerial ou hierárquico, que se diferencia do sacerdócio comum dos fiéis "essencialmente e não apenas em grau" (Lumen Gentium, 10). A principal observação a ser feita é que aquele que se dedica à vida religiosa abdica de certas coisas para exercer uma missão de grande importância e que traz recompensas como fazer o bem ao próximo.

5 de outubro de 2010

Teaser de lançamento


Na noite desta terça-feira, mais especificamente durante a XV Seacom, a Semana Acadêmica do Curso de Comunicação Social da Unisc, foi exibido o teaser da próxima edição da Exceção.

O vídeo é uma homenagem às edições anteriores da revista, dando vida às capas dos três primeiros números lançados, e marca a apresentação oficial do slogan "Se você não lê revista, você vai abrir uma Exceção".




Teaser Exceção XV Seacom from Revista Exceção on Vimeo.

3 de outubro de 2010

Em que você é Exceção?


Na última aula, Willian e eu saímos na Unisc à procura de pessoas que respondessem essa pergunta para o nosso teleweb. Alguns tinham a resposta na ponta da língua. Mas a maioria precisava pensar para responder. Para não perder o entrevistado, usávamos o mesmo argumento: "Sempre tem alguma coisa que você faz ou não faz que é diferente dos demais". E assim fazíamos uma espécie de entrevista com a pessoa até descobrir.

Conseguimos várias respostas, entre as mais peculiares estão: não gostar de chocolate, coca-cola e café. Não comer chocolate parece impossível para mim. Já de coca-cola e café, eu também não gosto. Mas uma coisa é certa: todos somos exceção em algo.

Eu, por exemplo, odeio dormir. É uma perda de tempo.

Em breve o teleweb vai estar aqui no blog e você poderá conferir. Até lá, responde aí: em que você é exceção?

1 de outubro de 2010

O que esperar de um "terapeuta espiritual"?

A minha pauta surgiu de uma curiosidade: como vive uma cartomante? Como é o dia-a-da, enxerga o seu futuro, joga cartas para si mesmo? Fui atrás disso. No entanto, não sei se é da natureza ou faz parte do ser-se futurólogoa, ou outro gênero, mas elas se manifestaram desconfiadas e  escaparam das minhas entrevistas, de formas diferentes. 

Eis que minha colega de Exceção e de trabalho me diz: "Tem um cara lá em Candelária que faz um monte de coisas espirituais, e dizem que ele é bem bom". Isso quem disse foi a Luana Rodrigues. Eu, já desesperada atrás de um case, aceitei na hora. Entrei com contato, marquei data e hora com o "terapeuta espiritual", como ele prefere ser denominado.

No dia 24 de setembro, eu, Luana e a "cinegrafista" Ana Paula Andrade fomos até Candelária. No caminho, prospectamos como seria a visita e aconteceram uma série de coisas no caminho - inclusive não saber para onde ir. Veja como foi a ida para a casa do "Balaio" - nome do case - no vídeo abaixo. Por ora, é só isso que saberão dele. Na sequência dou mais algumas pistas. 



26 de setembro de 2010

O amor pela profissão

Complementando a postagem da Emilin... Comigo foi diferente. Por ser muito comunicativa, eu sempre soube o que queria. Era a Comunicação. No início, gostava muito do trabalho de Relações Públicas, pois gosto muito de estar metida nas organizações de eventos. Ingressei no curso de Jornalismo porque não tinha RP. Mas a cada momento, a cada descoberta, a cada disciplina, eu me apaixonava mais e mais pelo curso. Pronto. Era isso que eu queria. Desde sempre! Me descobri no Jornalismo e acredito que quem faz sua profissão com amor nunca se desiludirá.

Na minha entrevista para a Exceção não foi diferente. Descobri, mais uma vez, coisas que não fazem parte do meu dia-a-dia. Histórias de amor por um esporte. Nossa, me impressionei muito com os meus entrevistados.


Ao entrar em contato com eles,soube que o tempo deles era curto. Mesmo assim, como era para falar sobre o que eles mais amam, me atenderam com a maior satisfação. E falaram, falaram ,falaram... Por eles, falariam por vários dias sobre o assunto. O resultado? As informações eram tantas que eu nem sabia por onde começar a escrever.

Resolvi escrever tudo que eu achava de mais legal e depois cortar o desnecessário. Mas isso foi realmente impossível. Para mim, depois do texto pronto, tudo estava legal. Tudo que eu cortasse dali tiraria o sentido. Me apaixonei pelo assunto e, por incrível que pareça, pelo esporte!


A nossa profissão tem disso. A cada descoberta, uma realidade nova nas nossas vidas. Sobre a reportagem vocês saberão mais na edição de Exceção. Fiquem atentos!

24 de setembro de 2010

Unisc é sete no SET

 Blogs, Twitters, Orkuts e afins pipocam uma excelente notícia para todos os acadêmicos e professores da Comunicação da Unisc: a Unisc levou sete prêmios no SET Universitário da PUCRS (veja lista ao lado). Além de levar o nome da Universidade para fora, estamos levando nossos próprios nomes. Não só aqueles que levaram o troféu, mas o Curso como um todo sai ganhando.

Eu, particularmente, estou radiante. Assim que li meu nome na lista de vencedores, e depois o do Unicom - Hábitos duplamente premiado com projeto gráfico e como publicação impressa, sai dando pulinhos (literalmente) pela Unisc junto com a Marília. Corri atrás do professor Demétrio para lhe contar - ele estava em meio ao ensaio fotográfico do Unicom 2010/2 -, depois liguei pro Pedro. Eu precisava compartilhar as boas novas.

Enfim. Compartilhei a alegria aqui também. Quero parabenizar toda a equipe do Unicom que ganhou estes prêmios - João Cléber, Marília, Pedro, Luana Backes, Rosibel, Patrícia, Henrique e professor Demétrio - que, não por coincidência, todos nós estamos produzindo a revista Exceção neste semestre. Com outros tanto que só vêm a somar no trabalho.

Para finalizar, quero deixar uma provocação. A Exceção nunca ganhou um prêmio no SET. Não que prêmios digam que algo é melhor ou pior. Mas que dá um plus, isso dá.
E aí, vamos premiar a Exceção no ano que vem?

21 de setembro de 2010

O barato de ser jornalista

Trabalhar no que gosta, segundo os psicólogos, faz muito bem às pessoas. Quando escolhi minha profissão, não sabia realmente o que fazia um jornalista. Ingressei na faculdade e a cada disciplina prática eu me apaixonava mais pelo ofício. A pauta que escolhi para a Exceção fez com que eu tivesse certeza de que amo o que faço. Ser jornalista é ter a possibilidade de conhecer diversos mundos. É uma profissão sem rotina que abre portas para muitos aprendizados.

O assunto da minha reportagem possibilitou que eu entrasse em um mundo totalmente desconhecido para mim. A pauta que escolhi é sobre o presídio de Cachoeira do Sul. Conheci pessoas. Aprendi muitas coisas. Percebi que muitos preconceitos dos meus preconceitos não passavam de meros pré-julgamentos sem base nenhuma.

Presídio de Cachoeira do Sul

Aí me pergunto: Em qual outra profissão seria possível tudo isso? O barato de ser jornalista é poder aprender a cada entrevista. É aprender a dar valor a pessoas que ninguém valoriza. É perceber que o conhecimento é ilimitado. Somos eternos aprendizes.



Aula de alfabetização no presídio



Entrevistando o apenado Alexandre Centa