16 de setembro de 2013

Pesquisar para informar

Foto: Divulgação

A produção de notícias requer, por parte dos jornalistas, apuração e pesquisa na busca por informações. A elaboração de uma reportagem, por exemplo, exige tempo, pesquisa e curiosidade de quem a pensa e escreve. Muitas vezes, para garantir veracidade e profundidade à matéria, o profissional precisa recorrer à leitura de livros, análise de documentos históricos e ‘garimpar’ fontes que possam lhe ajudar na obtenção de informações.

Escrever uma reportagem requer que o jornalista aprofunde o tema. Escolher um assunto que se tenha curiosidade como pauta torna o trabalho de apuração da informação mais prazeroso, uma vez que o repórter terá, muitas vezes, que entrevistar um número maior de fontes e ler sobre o tema escolhido.

No momento de ir a campo para realizar entrevistas, o ideal é que o repórter já possua, pelo menos, um conhecimento básico sobre a pauta, mas por mais que tenha lido sobre o assunto, não deve hesitar em perguntar e procurar o diferencial da notícia, através de novos dados, versões e histórias diferenciadas. 

15 de setembro de 2013

Tarefa dos bonecos

Editora e repórter
Repórter e editora, Gabriela Belo Meller, gaúcha do interior "do interior" de Cachoeira do Sul, mandou a substituta da foto acima, DUDA, para cumprir as funções já citadas. Jornalista sonhadora do 8º semestre, também Tecnóloga em Agropecuária Integrada é apaixonada pelo jornalismo rural, não escreve sobre bichinhos, é ligada na produção das lavouras do Estado, quer entender porque mulas e burros foram substituídos pelos cavalos crioulos?!

A dificuldade de cobrar

Estipular prazos, bater o martelo nas decisões, puxar orelhas, algumas das tarefas da editora de plantão. Fácil? Nada mole, porque antes de qualquer coisa somos colegas. Mas isso deve ser deixado de lado, agora montamos uma equipe em busca de um objetivo - edição 2013/2 da Revista Exceção.
Meu desejo agora é ordem: cadê as fotos/bonecos dos repórteres? E o breve perfil? Já é domingo e nosso próximo encontro é na quarta-feira. Tudo certo que estamos na Semana Farroupilha, mas ainda não é feriado!

13 de setembro de 2013

Realidade ou ficção?

Vindo de Santa Cruz para Rio Pardo, da janela do ônibus pude contemplar as belezas da pré primavera. Calor, sol brilhando, céu azul, e muitas árvores floridas. Vejo ipês branco, amarelo e roxo, pessegueiros e outras. Com estas imagens, me volto para um trecho do livro Clarissa de Érico Veríssimo que diz: "Só agora Amaro acredita que a Primavera chegou: de sua janela vê Clarissa a brincar sob os pessegueiros floridos. As glicínias roxas espiam por cima - do muro que separa o pátio da pensão do pátio da casa vizinha. O menino doente está na sua cadeira de rodas; o sol lhe ilumina o rosto pálido, atirando-lhe sobre os cabelos um polvilho de ouro. Um avião cruza o céu, roncando - asas coruscantes contra o azul nítido.
Amaro sente no rosto a carícia leve do vento. Infla as narinas e sorve o ar luminoso da 
manhã. Não há dúvida: a Primavera chegou.  Os pessegueiros estão floridos, as glicínias 
se debruçam sobre o muro..."
O autor retrata tão bem a primavera que nos leva a questionar: realidade ou ficção?
                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                         Foto: Google

11 de setembro de 2013

Dicas para uma boa gramática

Galera, agora que vamos começar a produzir as reportagens para nossa revista, aqui vão dez dicas para um texto jornalísticos, retiradas do livro Falar é fácil, escrever também!. A autoria é do educador e jornalista Olavo Avalone Filho, da Editora Difusão, do ano de 2009. No final da postagem, segue o link e a capa do livro.

1. Antes de começar a escrever, tenha claro o que você quer comunicar e para quem. E use a linguagem apropriada, de acordo com a necessidade do texto:
• descritiva (descreve atendo-se aos fatos)
• explicativa (“troca em miúdos” a informação)
• opinativa (atribui ao fato juízo de valor)

02. Escreva para os olhos do leitor tendo em vista as referências dele, não as suas. Para isso, vale praticar o “exercício do espelho”, isto é, escrever pensando sempre no destinatário da mensagem, o qual deve entender com clareza o que você quer comunicar.

03. Construa seu texto com simplicidade e objetividade, seguindo uma ordem lógica com começo, meio e fim.
O texto objetivo pode ser elaborado com base nestes três passos:
• introdução
• desenvolvimento
• conclusão

04. Uma boa “fórmula” = sujeito, verbo, predicado + o quê, quem, quando, onde, como, por quê. A boa comunicação começa pela estrutura simples da frase (sujeito, verbo e predicado) e avança com o emprego da técnica do lide, que consiste em compor o texto com respostas a 6 perguntas relacionadas ao tema: o quê, quem...

05. Construa sentenças nem tão curtas nem tão longas, na ordem direta, e com o mínimo necessário de pontuação.Esta dica se aplica ao texto factual, objetivo. Quanto à vírgula e outros sinais de pontuação, vale usar o mínimo, mas lembre que quem comanda isso é a sintaxe.

06. Comece com os “finalmente” já no primeiro parágrafo, e depois vá desenvolvendo os “entretanto”.
Logo no início, revele para o leitor a sua proposta: o que é e a que vem. Depois, na construção do texto, siga os passos do lide. E conclua a redação ligando o fim ao começo.

07. Desenvolva o seu escrito com frases e períodos interligados, “amarrando” fatos e argumentos.
Na elaboração do texto, os conteúdos devem serelacionar. A frase seguinte se liga à anterior e, assim, a linha de raciocínio flui para uma conclusão.

08. Escreva na medida certa da comunicação, ou seja, sem economizar palavras, mas também sem “encher linguiça”. E vale evitar vícios de linguagem, como redundância (“encarar de frente”), gerundismo (“vou estar agendando”) e outros, que empobrecem a qualidade textual.

09. Ao escrever, seja sempre ético e atente para o direito autoral, que é sagrado.
É fundamental respeitara autoria de ideias, conceitos e afirmações de outras pessoas, vivas ou mortas, especialmente ao usar a internet, em que copiar-colar é tão fácil!

10. Ao concluir sua redação, revise cuidadosamente o que escreveu, para ver se não escapou nenhum “gato”. Enquanto escreve, e durante a conferência do texto, tenha sempre à mão uma gramática de respeito e um bom dicionário. Consulte-os sempre.

DICA EXTRA

Para escrever bem, vale ainda ler muito, e sempre, bons autores e textos de qualidade!





Foto: Google Imagens

10 de setembro de 2013

É preciso estudar

Cada vez mais a rápida mudança de tecnologia exige do profissional uma velocidade acelerada de adaptação aos novos meios. O mercado dos dias de hoje não permite que o indivíduo entre em zona de conforto e considere que os conhecimentos adquiridos na academia bastem para sua formação profissional.

É necessário questionar, criticar, buscar, conhecer. Graças a essa mesma tecnologia, o profissional tem a possibilidade de conseguir uma quantidade imensa de informação pela internet, aprimorando dessa forma, sua formação profissional e desenvolvendo-se como cidadão mais crítico e questionador. Se bem utilizada, temos uma excelente ferramenta ao nosso lado.
Foto: Divulgação

Passada duas semanas...

O último encontro da equipe da Revista foi no dia 28 de agosto, quarta-feira que discutimos diversas pautas. Cada repórter mostrou seu interesse e quais aspectos pretende abordar em sua matéria, processo de criação,umas das mais interessantes e delicadas etapas. Enxergar o peculiar, o que há de diferente, especial para ser abordado. Agora o desafio é convencer o editor-chefe, Demétrio Soster, e a editora de plantão, Gabriela Meller se a pauta realmente merece estar na próxima edição da Exceção.
É amanhã, reunião para decisão das pautas e entrega por escrito das mesmas. Se dediquem para fazermos não mais uma, mas A MELHOR das edições!

6 de setembro de 2013

Como eram machistas os anúncios de revistas antigas

Deem uma olhada neste site, na verdade é um blog . Ele fala como eram machistas os anúncios de revistas antigas. Diferente e machista. Retrata os anos 20 e 30. Nesta época imperava o título "Lugar de mulher é na cozinha".
http://blogs.pop.com.br/nerd-e-geek/como-eram-machistas-os-anuncios-de-revistas-antigas/



                                           Foto Google

5 de setembro de 2013

O GOSTO DA GUERRA

Em 1968, o repórter da Revista Realidade José Hamilton Ribeiro, foi designado para cobrir a guerra no Vietã  (1961-1975). Ele permaneceu 40 dias no conflito. No quadragésimo dia por sugestão do fotografo free-lancer que o acompanhava, foram fazer a última pauta antes de voltar ao Brasil, seguir um grupo de soldados. Neste  dia, pisou em mina e perdeu a perna esquerda.
José Hamilton hoje tem 77 anos, 57 de profissão, é repórter do "Globo Rural" (TV Globo). Formado em jornalismo, trabalhou nas revistas "Realidade", "Quatro Rodas" e na Folha. 
Ele retratou todos os detalhes para a revista Realidade em 1968.
Destes textos escrito na revista nasceu o livro em forma de diário, do qual ele, relata os acontecimentos, usando as datas no lugar do título.Um livro reportagem, Lançado em 2005 com o título O GOSTO DA GUERRA 129 páginas.Super recomendável.

3 de setembro de 2013

Mais revista!

Olá Pessoal, tudo tranquilo?

Como é minha primeira postagem, achei muito interessante este comentário encontrado no site da Editora contexto: "Os leitores costumam manter uma relação quase passional com suas revistas favoritas. Não é à toa que gostem de andar com elas debaixo do braço, como se fossem uma espécie de emblema ou sinal de identificação. Muito do fascínio deste tipo de publicação vem justamente da capacidade que ele tem de construir fortes laços de empatia com seu público."

Se todos os leitores mantém esta relação próxima com a revista, vamos fazer com que a nossa Exceção crie a mesma necessidade com o leiotr, de ser carregada debaixo do braço e levada para onde quer que seja. Nós ainda temos a vantagem de saber qual nosso público alvo, os locais que queremos que a revista chegue com nossas matérias que além de segmentadas, são diferentes das demais  encontradas nas bancas de jornal e livrarias.

Aliás, esse comntário encontrado no site da Editora Contexto é relativo ao livro denominado Jornalismo de Revista (2003). O nome já diz tudo. Nas 112 páginas do livro, a autora, Marília Scalzo, começa desde o início a história do meio (o que acompanhamos tambpém na aula do professor Demétrio) e chega até a previsão do destino a revista em um momento de convergências e inovações tecnológicas. Já consultei o site da biblioteca da universidade e nela, temos serte exemplares.

Ainda não tive oportunidade de ler o livro inteiro, mas para quem se interessa em jornalismo de revista, é obrigatório ter na biblioteca pessoal. Também é indicado  para saber um pouco mais sobre o que o porofessor está falando durante a aula.Para saber mais sobre o que estou falando, está disponível no site o primeiro capítulo, além da capa e do sumário. Acessem: editoracontexto.com.br .

Abraços e "vamo metê"!!!!!!!!!!!