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27 de novembro de 2013

Programe-se

O XV Intercom Sul está marcado para os dias de 15 a 17 de maio de 2014, na Unisul - Palhoça - SC.

O XXXVII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação será realizado nos dias de 2 a 5 de setembro de 2014, na Unicentro/Unila/UDC - Foz do Iguaçu - PR.

Mais informações acesse: http://www.portalintercom.org.br/

O dia é para finalizar

Na aula de hoje enquanto os repórteres revisavam mais uma vez as páginas impressas, a diagramadora nem piscava finalizando os últimos detalhes da revista.
O tempo está curto...

18 de setembro de 2013

A arte de diagramar

Na minha opinião essa imagem traduz a grande aflição dos diagramadores

Blog de diagramação

E nestas buscas pela inspiração para diagramar a revista, encontrei um blog bem interessante.
Quem gosta do tema vale a pena dar um click.

28 de agosto de 2013

Quem faz o quê?

Chegou o momento de decidirmos as funções.

Editor-chefe: Demétrio
Editora: Gabriela Meller
Subeditor: Luís Gustavo Finger e Vania Soares
Editora de Fotografia: Laura Gomes
Editora de Online: Ani Camila
Produção: Augusto Dalpiaz e Julio Assmann
Revisão: Jonatan Trindade e Alan Faleiro
Diagramação: Daiana Carpes

27 de agosto de 2013

Essa é do meu tempo...

Quem lembra das revistas da Xuxa?

A história da revista no Brasil

Esclarecer, informar e divertir, pela primeira vez, a história de quase dois séculos das revistas no Brasil é contada em livro, com centenas de reproduções de capas, fotos e ilustrações.

Em janeiro de 1812, o tipógrafo e livreiro português Manoel Antonio da Silva Serva apresentou aos leitores da cidade de Salvador a publicação intitulada As Variedades, considerada a primeira revista brasileira. Era apenas um maço mal encadernado de papel, mais com cara de livro, que deixava exposta a aridez visual dos blocos compactos de texto. Durou apenas um segundo número, mas serviu para cravar o marco inaugural das revistas brasileiras. Desde então, muitas publicações surgiram e morreram – e é a história destes quase dois séculos de revistas que a Editora Abril lançou em outubro de 2000, o livro A Revista no Brasil, um volume comemorativo do aniversário de cinqüenta anos do maior grupo de publicações brasileiro. O lançamento contempla um livro de história no sentido clássico da palavra, uma obra no estilo próprio de revista – variada, multifacetada e viva”.

“É a primeira vez que se conta a história das revistas brasileiras desde o seu início. O livro traça uma viagem por quase 200 anos de revistas de todos os tipos, para todos os públicos, umas bem sucedidas, outras nem tanto, mas nem por isso despojadas de interesse histórico”. Alguns gêneros mereceram também atenção especial, como os quadrinhos, o folhetim, a fotonovela, a cultura e o erotismo. O livro ganha a amarração de uma cronologia detalhista, que remonta ao lançamento de As Variedades, e uma completa bibliografia sobre o tema.

O bom jornalismo, o apuro estético e gosto pela reportagem eclodem ao longo da história das revistas brasileiras. Nem sempre aparecem juntos, porém. Para os entusiastas das histórias em quadrinhos, A Revista no Brasil permite o reencontro com o pioneiro O Tico-Tico e uma galeria infindável de personagens que habitaram a infância de milhões de brasileiros, como Pato Donald, Tarzan, Flash Gordon, Mônica, Mindinho, Recruta Zero, Fantasma, Capitão Marvel, Pererê e o caboclíssimo Jerônimo, o Herói do Sertão. A evolução do papel das mulheres no mundo fica evidente na crescente sofisticação dos títulos dedicados a elas – A Estação, Para Todos..., Jóia, Manequim, A Cigarra, Marie Claire, Claudia e Nova.

O humor é uma constante, espelhado já na própria escolha do título das publicações: Marmota Fluminense, O Charivary Nacional, O Mequetrefe, O Diabrete ou O Papagaio. Numa época posterior, Millôr Fernandes, Henfil, Jaguar, Angeli e Miguel Paiva são os artistas que deram ao desenho de humor maturidade e consciência.


(Fonte: VEJA, 1º de novembro de 2000 – IMPRENSA – ANO33 – N .º 44 – Edição 1673 – Editora ABRIL – Pág. 114/115/116/117)

21 de agosto de 2013

Para aqueles que gostam de fotonovelas

Um pouco de nostalgia para essa manhã de quarta-feira.

Vamos relembrar os bons momentos das fotonovelas?

Encontrei um blog super bacana que faz um resgate sobre a história, debate assuntos sobre o tema, além de trazer inúmeras edições do produto para download.

Ficou curioso?
Então acesse o site As Fotonovelas.


Falando sobre caricatura

Henrique Fleiuss, caricaturista da revista Semana Ilustrada, sobre a passagem da vedette e
atriz francesa pelo Brasil. Desta vez ela é uma cadela que sai do Alcazar perseguida por inúmeros cães.


Nascido em Colônia (Alemanha) e falecido no Rio de Janeiro (RJ), Henrique Fleiuss, estudou arte na cidade natal e em Dusseldorf, e Ciências Naturais e Música em Munique.

Veio para o Brasil em 1858, a conselho de Von Martius, percorrendo logo ao chegar várias províncias nortistas, cuja paisagem e costumes fixou em aquarelas, veículo em que se expressava superiormente.

Em 1859, já no Rio de Janeiro, fundou uma oficina tipo-litográfica ao lado do irmão Carlos Fleuiss e do pintor seu compatriota Carlos Linde. Essa oficina tornar-se-ia em 1863 o Instituto Artístico Imperial, por decreto de Pedro II.

Fleuiss é considerado por Herman Lima o verdadeiro criador da imprensa humorística ilustrada no Brasil, graças à Semana Ilustrada, por ele fundada em 1860 e que viveria até 1876.

Fonte: http://teatrobr.blogspot.com.br/2012/03/aimee-o-diabinho-loiro.html
          http://www.pitoresco.com/laudelino/henri_fleiuss.htm